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Prefeitura de Itirapina demite médico investigado por estupro e importunação sexual

O médico plantonista Gustavo Gimenez Alves tem sido alvo de investigação pelos crimes desde setembro de 2022, quando os casos foram denunciados e registrados pela Polícia Civil. Ao todo, o suspeito responde por cinco denúncias entre pacientes e colegas de trabalho

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Prefeitura de Itirapina demite médico investigado por estupro e importunação sexual. (Foto: g1 São Carlos)
Prefeitura de Itirapina demite médico investigado por estupro e importunação sexual. (Foto: g1 São Carlos)

A Prefeitura de Itirapina confirmou, nesta quarta-feira (25), a demissão do médico plantonista Gustavo Gimenez Alves, que desde setembro de 2022 tem sido alvo de investigações por estupro e importunação sexual.

A administração municipal havia aberto uma sindicância para apurar as denúncias contra o médico e, após concluir o caso, efetuou a demissão do profissional em dezembro de 2022, embora não tenha informado se o desligamento ocorreu por justa causa.

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Ao todo, o médico responde por cinco denúncias, sendo uma de estupro e outra de importunação sexual por duas pacientes de São Carlos e outras três denúncias de importunação sexual feitas por funcionárias do hospital São José, em Itirapina, que trabalharam com o médico enquanto ele era plantonista no setor de urgência e emergência.

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Todos os casos foram registrados pela Polícia Civil e seguem sob investigação do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), que mantém as apurações sob sigilo. No site do Cremesp o registro profissional de Alves, o CRM, continua ativo.

Caso de estupro

Em setembro de 2022, uma paciente que buscou atendimento médico no hospital da Unimed, em São Carlos, denunciou Alves ao procurar o serviço de emergência da unidade se queixando de cólicas nos rins.

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Segundo a vítima, o médico teria praticado procedimentos inadequados e desnecessários à situação, que se tratava de dores na região do rim. 

A mulher registrou um boletim de ocorrência, mas a polícia não divulgou detalhes do ocorrido. O caso foi registrado como estupro consumado e está em investigação pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM). 

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