
Servidores da Secretaria de Educação de Araras participaram, nesta quarta-feira (12), de um treinamento prático e teórico com instrutores da Guarda Civil Municipal (GCM) sobre técnicas de defesa pessoal e desarmamento para casos de ataques ou ameaças a alunos e professores.
Hoje foram duas turmas de manhã e outras duas serão atendidas à tarde. De acordo com a Educação, o curso também serviu de base para criação de um protocolo de ação nas unidades educacionais, trabalhando o pedagógico e o prático.
“Nesse primeiro momento os GCMs trabalham a questão da segurança, de como proceder numa situação de risco, de ameaça. Técnicas de defesa, desarmamentos em casos de ataques, atentados, sobre como proceder com as crianças”, explicou a secretária de Educação, Heleine Villas Bôas.
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Na próxima semana, mais servidores participarão do curso que também será oferecido aos profissionais das redes estadual e particular.
OUTRAS MEDIDAS
A prefeitura também confirmou que outras medidas efetivas serão tomadas, entre elas a preparação das escolas com catracas, câmeras, alarmes, delimitação de perímetro e fechamento de portão de entrada.
Informações sobre as medidas e sobre o curso podem ser obtidas pelos telefones 3543-1547 (Secretaria de Segurança Pública e Defesa Civil) e 3543-8200 (Secretaria de Educação).
NA REGIÃO
Em Itirapina, a prefeita Dona Graça emitiu um posicionamento sobre a violência nas escolas e reforçou que o poder público está tomando medidas preventivas como ampliação de função delegada com a Polícia Militar e salientou que a maioria das escolas tem vigia e porteiro.
Outras medidas, também sugeridas por docentes e pais de alunos, dizem a respeito de muros mais altos e instalação de cercas de concertina, que segundo ela, também estão sendo feitas.
A prefeita também chamou atenção para o compartilhamento de notícias falsas, que estão provocando pânico generalizado, e atenção e participação da família na escola.
“As famílias têm de se unir, se mobilizar no sentido de estar presente nas escolas e conversar muito com os seus filhos, observando sempre o que eles estão vendo na internet, através dos celulares ou computadores, observar com quem conversam nas redes sociais, porque sabemos que existem grupos que incentivam ações violentas”, escreveu.
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