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São CarlosCotidianoServidores municipais de São Carlos protestam em frente à Câmara por reajuste salarial

Servidores municipais de São Carlos protestam em frente à Câmara por reajuste salarial

Segundo a Prefeitura, quatro unidades estão totalmente paralisadas, enquanto 25 operam de forma parcial

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Servidores públicos municipais de São Carlos realizam neste momento, uma manifestação em frente à Câmara Municipal. O grupo reivindica a reabertura das negociações com a Prefeitura para a definição do percentual de reajuste salarial deste ano.

O ato, organizado pelo Sindicato dos Servidores Públicos e Autárquicos Municipais de São Carlos e Região (Sindspam), ocorre pouco antes da abertura da sessão legislativa da Câmara. A expectativa é de que ainda hoje seja votada a proposta de reajuste apresentada pelo prefeito Netto Donato, que foi rejeitada pela categoria em assembleia realizada no último sábado (29).

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Segundo o presidente do Sindspam, Adauto Alves de Toledo, a luta do sindicato não se limita apenas às questões salariais, mas também envolve melhorias nas condições de trabalho e o combate à perseguição contra os servidores.

“Nós apresentamos uma proposta à prefeitura, e, no momento em que a mesa de negociação estava aberta, eles não aceitaram nosso pedido de 13% de reajuste. Em vez disso, ofereceram apenas a reposição pelo IPCA, de 5,06%, o que recusamos”, explica Adauto Alves.

Após a rejeição, a prefeitura fez uma nova proposta, acrescentando 1,5% ao reajuste de 5,06%, mas a categoria também não aceitou.

“O sindicato não faz política partidária, e sim política sindical. Estamos aqui para defender os direitos dos trabalhadores, esse é o nosso papel”, reforça o presidente do Sindspam.

Devido à manifestação, o trânsito na rua da Câmara Municipal está interditado.

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Impacto nos serviços municipais

O protesto afeta o funcionamento de algumas escolas municipais. Segundo a Prefeitura, quatro unidades estão totalmente paralisadas, enquanto 25 operam de forma parcial. Outras 33 seguem com funcionamento normal.

O movimento pode ganhar força a partir das 16h, quando os servidores das Unidades Básicas de Saúde (UBS) encerram o expediente. As unidades que terão horário estendido para atendimento de pacientes com dengue funcionarão com apenas 50% da equipe, segundo o sindicato.

Os serviços essenciais, como Unidades de Pronto Atendimento (UPA), urgência e emergência, seguem operando normalmente.

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Bruno Moraes
Bruno Moraeshttps://www.acidadeon.com/saocarlos/
Bruno Moraes é repórter do acidade on desde 2020, onde faz a cobertura política e econômica. É autor do livro “Jornalismo em Tempos de Ditadura”, pela Paco Editorial.

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