Lucas, um menino de apenas três anos, tornou-se um verdadeiro símbolo de superação e força. Para sua família e todos que conhecem sua história, ele é um guerreiro incansável. Diagnosticado com Síndrome de Down, Lucas levava uma vida repleta de amor e alegria. Frequentava a escola, fazia equoterapia e demonstrava um carinho especial pelos animais.
No entanto, em abril do ano passado, tudo mudou. Uma tosse persistente preocupou sua mãe, Juliana Arantes, que o levou ao médico. A princípio, um xarope foi receitado, mas a tosse não cessava. Aos três anos, Lucas já havia passado por um procedimento cirúrgico que resultou no rompimento de seu diafragma. “Foi a primeira cirurgia dele. Após quatro meses, ele passou por outro procedimento e, na terceira cirurgia, o diafragma rompeu novamente”, relembra Juliana.

A última cirurgia trouxe complicações inesperadas. Lucas sofreu uma bradicardia – uma arritmia cardíaca caracterizada por uma frequência cardíaca extremamente baixa – além de uma perfuração no coração e a necessidade de drenagem de líquido nos pulmões. O pequeno passou dois meses internado na UTI, sendo 38 dias entubado. “Os médicos não nos davam muitas esperanças. O quadro clínico dele era muito grave”, recorda a mãe. Lucas também desenvolveu Disfunção Temporomandibular (ATM), precisou de isolamento e recebeu transfusões de seis bolsas de sangue. Mas, contrariando todas as previsões médicas, sua força surpreendeu a todos. Em apenas quatro meses, ele conseguiu retirar a traqueostomia. Hoje, sua alimentação é feita por um pequeno dispositivo na barriga
Uma corrente de amor e solidariedade
Diante da luta de Lucas, uma rede de solidariedade se formou. Pessoas de toda a região começaram a ajudar a família como podiam. Os tratamentos com profissionais da área da saúde, incluindo médicos, fisioterapeutas e fonoaudiólogos, são todos pagos. Comunidades se mobilizaram por meio de campanhas, rifas e doações.
Lucas precisa de muitos cuidados diários. Seus tratamentos são realizados em casa, e a fisioterapia tornou-se essencial para aliviar as dores causadas pela falta de mobilidade. “Ele sente muita dor. Fazemos fisioterapia todos os dias e usamos uma tala para ajudá-lo a firmar os pés. Hoje ele ainda não fala e tem pouca movimentação, mas eu tenho fé que ele vai se recuperar”, diz Juliana com esperança.
Para ajudar nos custos do tratamento e suprir as necessidades do pequeno guerreiro, a família aceita doações de fraldas, sondas, roupas, produtos de higiene e contribuições financeiras. “A única coisa que pedimos é oração para ele”, enfatiza a mãe.
Eventos solidários em prol do Lucas
A mobilização em torno de Lucas não para. No dia 16 de março, haverá um passeio solidário, com concentração às 7h em frente à Igreja Nossa Senhora Aparecida, no Jardim Cândida, em Araras. O destino será o Parque Ecológico, e a inscrição tem o valor simbólico de R$ 25, ou qualquer quantia que as pessoas puderem contribuir.
Já no dia 23 de março, às 14h, acontecerá um bingo beneficente no salão do Sindicato dos Metalúrgicos, localizado na Rua Sebastião dos Santos, nº 230, Vila Dona Rosa Zurita. Além disso, a família está vendendo camisetas em malha dryfit por R$ 30 para arrecadar fundos.

Para aqueles que desejam contribuir financeiramente, o Pix para doações é lucastofolicurtulo@gmail.com. Lucas já mostrou que é um guerreiro. Agora, ele conta com a solidariedade de todos para seguir sua jornada de superação. Qualquer ajuda faz a diferença.
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