São Carlos inicia pregão de licitação para operação de radares São Carlos inicia pregão de licitação para operação de radares

Empresa participante de licitação de radares oferece serviço 50% abaixo do preço

Das 6 empresas que concorrerão pela operação em São Carlos, com valor máximo de contratação de R$ 22,3 mi, apenas uma ofereceu o serviço por R$ 11 mi

Uma das empresas participantes do processo de licitação para a concessão da operação de radares em São Carlos ofereceu o serviço por um valor 50% abaixo das companhias concorrentes.

Conforme divulgado pela Prefeitura nesta terça-feira (2), seis empresas participaram do pregão presencial para que as companhias fizessem suas propostas, mas apenas uma ofereceu o serviço por cerca de R$ 11,6 milhões. 

O valor máximo estipulado pelos cofres públicos para a contratação do serviço é de R$ 22.356.847, em um contrato que terá duração de cinco anos referentes à operação de 10 radares fixos. 

A empresa SPLICE de Votorantim ofereceu o serviço por R$ 11.625.564,6 enquanto as outras cinco empresas participantes ofereceram a operação de radares pelos seguintes preços:

A diferença significativa de, pelo menos, 50% em relação aos valores oferecidos por outras empresas e ao valor máximo de contratação estipulado pela administração pública acontece em meio à impugnação aberta pelo vereador Paraná Filho (PSB).

Segundo o político, o modelo de pregão presencial prejudica a concorrência, visto que um pregão eletrônico poderia abrir disputa para mais empresas. Ele também questiona a longa duração do contrato em meio à crise econômica que o país atravessa, além da imposição de itens que são dispensáveis nos aparelhos. 

Além da impugnação aberta pelo vereador, outras duas impugnações já haviam sido abertas à licitação por empresas participantes do processo. 

Uma das ações foi movida pela empresa Tecdet Tecnologia, que apontou que não há justificativa para a exigência de que todos os equipamentos fixos contemplem determinada requisição técnica, enquanto a segunda impugnação foi movida pela companhia Velsis, que questionou a ausência de participação de empresas em consórcio.

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