Publicidade

lazerecultura

Com polêmicas, filmes sobre Suzane Von Richtofen chegam aos streaming

Tramas dividida em duas versões, contadas pelas versões de Suzane e Daniel Cravinhos, está disponível a partir desta sexta-feira (24) e está entre os assuntos mais comentados nas redes sociais

| ACidadeON/São Carlos -

Filmes trazem a história do assassinato do casal Von Richtoffen. Foto: Divulgação
Os tão aguardados filmes sobre um dos crimes mais famosos do Brasil foram lançados nesta sexta-feira (24), exclusivamente na plataforma do Amazon Prime Vídeo. 'A menina que matou os pais' e 'O menino que matou meus pais' contam as diferentes versões do caso na versão de Suzane Von Richtofen e Daniel Cravinhos. 

O lançamento vem em meio a atrasos em decorrência da pandemia, já que a previsão era de que as duas tramas fossem lançadas em abril do ano passado nos cinemas. Mas, por enquanto, os filmes não serão exibidos nas telonas. 

O mote é o assassinato de Manfred Albert Von Richtofen e Marísin Von Richtofen, que aconteceu em 2002 e teve uma gigantesca repercussão no país, sendo acompanhado de perto pela mídia. Em julho de 2006, o Tribunal do Júri condenou Suzane e Daniel a 39 anos de prisão. 

Os dois filmes foram dirigidos por Maurício Eça, que dividiu o roteiro em dois para deixar o público decidir em qual versão acreditar. "A menina que matou os pais" é contada pelo olhar de Daniel, enquanto O menino que matou meus pais traz a visão de Suzane. 

Qual assistir primeiro?
De acordo com o diretor Mauricio Eça, o recomendável é começar pela versão de Suzane, e em seguida, o relato de Cravinhos, mas os dois formatos devem funcionar. 

Internautas concordaram com a posição do diretor e apontaram que a sequência permite conhecer a versão "manipuladora" de Suzane, e depois a verdade dos fatos. 

Curiosidades
A ex-bbb Carla Diaz ganha o protagonismo interpretando Suzane, enquanto Leonardo Bittencourt ficou com o papel de Daniel. Em entrevista ao CinePOP, ambos relevaram que nunca conversaram com qualquer um dos envolvidos no caso. 

Nem Suzane, nem Cravinhos ou qualquer outra pessoa retratada nos filmes receberá dinheiro da produção, da plataforma de streaming ou de direitos autorais, já que é um caso público e a produção só se baseia nos autos do processo e não há conexão com os envolvidos. 

Os filmes também não contaram com iniciativa pública, sendo 100% privadas e contam com 80 minutos de duração cada. A produção informou que foi cautelosa para que as tramas não enaltecessem os criminosos. 

Nesta sexta-feira (24), o filme ficou entre os assuntos mais lidos do Twitter. Entre as opiniões, muitos falavam sobre a atuação de Carla Dias, enquanto outras falavam sobre as versões dos crimes. 

Mais notícias


Publicidade