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Lula e Alckmin lamentam morte de indigenista e jornalista

"O mundo sabe que este crime está diretamente relacionado ao desmonte das políticas públicas de proteção aos povos indígenas", escreveram Lula e Alckmin

| Estadao Conteudo -

Jornalista Dom Phillips e indigenista Bruno Araújo. (Foto: Divulgação)

Os assassinatos do indigenista Bruno Pereira e do jornalista Dom Phillips no Vale do Javari foram lamentados pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em nota conjunta com o ex-governador paulista Geraldo Alckmin (PSB). Parceiros de pré-candidatura à Presidência, os políticos disseram que a notícia da morte causa "dor e indignação".

"O mundo sabe que este crime está diretamente relacionado ao desmonte das políticas públicas de proteção aos povos indígenas", escreveram Lula e Alckmin, em nota, em crítica ao governo do presidente da República, Jair Bolsonaro (PL).

Em anúncio nesta quarta-feira (15), a Polícia Federal afirmou que Bruno e Dom foram mortos no Vale do Javari. A confirmação ocorreu após Amarildo Oliveira, conhecido como "Pelado", confessar envolvimento no crime.

O superintendente regional da PF, Eduardo Alexandre Fontes, afirmou em coletiva de imprensa que os investigadores levaram Pelado e Oseney da Costa de Oliveira, também suspeito de envolvimento no crime, para a área de buscas no rio Itaquaí, onde foram encontrados partes de corpos, classificados pela investigação como "remanescentes humanos". 
 
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