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Roselei Françoso revela que aceitou convite para ser secretário da Educação de São Carlos

Presidente da Câmara até o dia 31, emedebista deve entrar no lugar de Wanda Hoffmann, que é cotada para assumir outra pasta em reforma administrativa

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Vereador Roselei Françoso (MDB). (Foto: acidadeon)
Vereador Roselei Françoso (MDB). (Foto: acidadeon)

Roselei Françoso (MDB) deve ser o novo secretário da Educação de São Carlos. Hoje na presidência da Câmara, o político afirmou ter aceitado convite do prefeito Airton Garcia (União Brasil) para compor o gabinete. O mandato do emedebista à frente da Casa de Leis termina no dia 31 de dezembro.

Em nota, a administração afirmou que a nomeação, também adiantada pelo secretário Netto Donato (Planejamento), “está definida”.

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A ida de Roselei para a Prefeitura é mais uma peça a se mover na ampla reforma que a administração municipal deve passar em 1º de janeiro. Wanda Hoffmann, hoje secretária da Educação, é cotada a continuar na gestão, com possibilidade de ir para a nova pasta de Ciência e Tecnologia. Sobre a hipótese, a Prefeitura afirmou não haver definição.

Em entrevista ao acidade on, Roselei adianta que sugeriu uma reformulação interna na pasta, com a extinção de um departamento e criação e desmembramento de outros. Para uma futura gestão na Educação, o hoje vereador quer reforçar o uso de tecnologia na educação, mas sem deixar de operar para deixar as unidades educacionais em boas condições.

“Com a educação municipal eu tenho uma preocupação muito grandes com as demandas da educação especial, da regular, da recreação e abastecimento das escolas com materiais pedagógicos e parte didática”, adianta.

Apesar de em sua vivência política na Câmara ter sempre se preocupado com questões da educação no município, Roselei é formado em Direito, mas afirma gostar muito do tema e já ter trabalhado na área.

“Eu tenho uma experiência em relação à educação porque eu trabalhei lá oito anos, então quero sim dar a minha contribuição”, afirma.

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O ano de 2022 se mostrou desafiador para a educação municipal. A secretaria passou por diversos turbilhões, como adiamento de aulas em creches por falta de condições físicas ou déficit de professores. Na educação especial, as reclamações se acumularam. Uma greve chegou a ser cogitada em meados deste ano.

Sobre “o que passou”, Roselei revela o desejo de não olhar para trás e diz respeitar os secretários que passaram.

“Eu tenho a tranquilidade de dizer que, além da vontade e força política para fazer as transformações necessárias. Eu conversei com a equipe do prefeito Airton. Quero ter a autonomia necessária para poder fazer da educação de São Carlos, se não a melhor, mas deixar entre as melhores do Estado”, promete.

Até o fim desta semana, o vereador deve apresentar ao prefeito uma proposta de equipe para compor a Educação. Os trabalhos, confirmando a nomeação dele próprio em Diário Oficial, podem começar na primeira segunda-feira de 2023.

Possíveis planos
Roselei afirma ser possível rediscutir o Plano Municipal de Educação, melhorar a estrutura das escolas e trabalhar em uma restruturação na rede. Na condição de convidado, diz que pedirá apoio dos gestores que passaram “para a gente somar esforços e ajudar a rede pública municipal”.

O político revela que trabalhará na formação continuada do corpo docente municipal, através do Centro de Formação dos Profissionais da Educação (CEFPE) e possível parceria com a Fundação Educacional de São Carlos (Fesc), que ganhou novo presidente hoje.

“A Educação teve pesados investimentos na parte de comunicação, de tecnologia da informação, teve compra de robôs, de mesas digitais, então vamos nos preparar para poder colocar esses equipamentos em funcionamento na rede”, ressalta.

Sobre as críticas dos investimentos milionários recém-feitos pela Secretaria da Educação para a compra de robôs e mesas digitais, Roselei diz que a educação não pode ficar presa na lousa.

“Nós precisamos de tecnologia, de aula interativa. Isso ajuda o professor, mas precisamos qualificá-lo”, comenta.

Desafio dos 25%
Por causa da pandemia de Covid-19, que levou alunos e professores migrarem para o ensino remoto, os investimentos da educação ficaram abaixo do mínimo constitucional de 25%. O Congresso Nacional aprovou lei que livra os gestores da área de responsabilização, mas impõe que o que deixou de ser aplicado durante a pandemia seja injetado na pasta em 2023.

“Não é fácil aplicar, então vamos ter que rever essa questão da quantidade de funcionários que a educação precisa. Não é admissível iniciar o ano com falta de professor. Teremos que correr muito”, revela.

“Meus filhos são da escola pública. Qual pai não deseja uma educação de qualidade para o seu filho? Então eu quero a mesma educação que quero para o meu filho para todo o cidadão são-carlense”.

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