Uma pesquisa da UFSCar busca pacientes que sofrem de fibromialgia para a condução de pesquisa clínica que inclui exames, acompanhamento médico e tratamento.
A doença é uma disfunção que causa dor generalizada e fadiga, atingindo principalmente as mulheres. O tratamento pode incluir o uso de medicamentos ou ir para um roteiro não farmacológico, como exercício físico.
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A pesquisa realizada no Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia da UFSCar pretende comparar os efeitos de treinamento com intensidade progressiva e os de intensidade constante no impacto da fibromialgia. O estudo busca voluntários para avaliação e tratamento, gratuitos, na UFSCar.
A pesquisa é conduzida pelo doutorando André Pontes-Silva, sob orientação de Mariana Arias Avila, docente do Departamento de Fisioterapia da Universidade. “É importante investigar diferentes propostas de tratamento com exercício físico, pois essas descobertas ajudarão a avançar em termos de possibilidade de tratamento da população que sofre com a fibromialgia”, reflete o pesquisador.
A expectativa do estudo é levantar se o treinamento com intensidade progressiva (aumento da intensidade ao longo do tempo) é mais eficaz do que o treinamento que mantém a intensidade constante para o impacto da fibromialgia.
Para desenvolver a pesquisa, estão sendo convidados voluntários, a partir de 18 anos, que tenham a disfunção. Os participantes passarão por exames funcionais, testes musculares, avaliações de dor e do sistema nervoso. Além disso, receberão tratamento durante três meses, que ocorrerá na Unidade Saúde Escola (USE) da UFSCar.
Pessoas interessadas devem entrar em contato com o pesquisador pelo telefone (16) 99355-9084 (chamadas e WhatsApp).
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