Por Luana da Fonte, supervisionado por Patrícia Neves
A preocupação com o consumo de açúcar tem levado consumidores a repensar escolhas alimentares no dia a dia. No caso da goiabada, doce tradicional presente na mesa dos brasileiros, a versão reduzida em açúcares surge como alternativa para quem quer diminuir o consumo de açúcar sem abrir mão do sabor. Mas essa troca é sempre benéfica? A resposta depende de fatores nutricionais, do perfil de quem consome e da forma como o produto é incluído na alimentação.
A principal diferença entre a goiabada tradicional e a versão reduzida ou zero está na composição. Enquanto a receita clássica combina polpa de goiaba com grandes quantidades de açúcar, as versões com menos açúcar utilizam adoçantes ou misturas de açúcar e adoçantes, além de aditivos para manter textura e sabor. De acordo com a nutricionista Jennifer Moneda, essa mudança reduz o teor de carboidratos e calorias por porção, o que pode ser vantajoso em determinadas situações.
Para alguns grupos, essa substituição pode trazer benefícios mais claros. Segundo a nutricionista, “é mais saudável, principalmente para pessoas com diabetes, resistência à insulina, síndrome metabólica ou em processos de emagrecimento”. Nesses casos, a versão com menos açúcar pode ajudar no controle glicêmico e na organização da dieta, desde que o consumo seja planejado.
Outro aspecto importante está nos ingredientes utilizados no lugar do açúcar. Adoçantes como sucralose, estévia e polióis são comuns nessas formulações, no entanto o efeito no organismo pode variar. “Alguns indivíduos podem apresentar sintomas gastrointestinais, como gases e estufamento, devido à presença de adoçantes”, afirma Jennifer. Por isso, a leitura do rótulo é essencial para entender a composição do produto e fazer escolhas mais conscientes, a nutricionista indica os naturais como stévia e xilitol.
Mesmo com menos açúcar, a nutricionista explica que a goiabada continua sendo um doce e não deve ser consumida sem controle. A percepção de que um produto é menos calórico pode levar ao consumo exagerado, o que compromete o equilíbrio da alimentação. Segundo Jennifer, “o ideal é reduzir o consumo de doces em geral”, utilizando versões com menos açúcar apenas como estratégia pontual ou de transição.
Na prática, tanto a goiabada tradicional quanto a versão reduzida podem fazer parte da alimentação, desde que consumidas com moderação. “O consumo de doces deve ser feito em pequenas porções e, preferencialmente, após uma refeição completa, com proteínas, fibras e gorduras boas, o que ajuda a evitar exageros e a reduzir o impacto glicêmico”, afirma Jennifer.
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