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DLC de Dragon Ball Z: Kakarot dá novo fôlego ao jogo

Expansão DAIMA: Aventura no Reino dos Demônios é a primeira de duas partes; confira a nossa análise do jogo

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Os fãs de Dragon Ball podem comemorar, pois Dragon Ball Z: Kakarot ganhou um novo DLC recentemente. Vale lembrar que o jogo é um RPG de ação lançado em janeiro de 2020 (para PS4, Xbox One e PC; depois adaptado para PS5, Xbox Series X/S e Nintendo Switch), desenvolvido pela CyberConnect2 e publicado pela Bandai Namco.

Batizado de DAIMA: Aventura no Reino dos Demônios, a expansão dá um novo fôlego ao jogo, trazendo uma nova aventura, que será dividida em duas partes.

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Resumidamente, a expansão não tem muitas novidades, trazendo apenas um novo arco para os jogadores, que, dependendo da escolha, podem ter até 10h de jogo. Ou seja, para que já finalizou Dragon Ball Z: Kakarot, é um fôlego extra de diversão.

A história

Dragon Ball Z: Kakarot reconta a história da franquia, desde a saga dos Saiyajins até a saga de Majin Buu. As diversas expansões lançadas até hoje completam essas obras. Além de DAIMA: Aventura no Reino dos Demônios, o jogo já recebeu pelo menos outros quatro DLCs.

Neste DLC, vamos retomar os acontecimentos do Terceiro Reino dos Demônios, mais especificamente quando os protagonistas são transformados em crianças por Gomah, sucessor de Dabura como comandante do mundo demoníaco.

Além da jornada para confrontar o demônio e voltarmos a sermos adultos, também temos acesso a diversas quests paralelas e possibilidades de explorar o Terceiro Reino dos Demônios, um mundo semiaberto, com exploração, pesca, coleta de itens, voos e combates no estilo anime.

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Contudo, não vá com muita sede ao poço, pois os cenários não são tão amplos e detalhados, podendo ser facilmente desbravados. Mas, não deixam de ser legais.

Jogabilidade

Assim como o jogo base, DAIMA: Aventura no Reino dos Demônios possui combates intensos, com golpes poderosos e devastadores, em tempo real. Os comandos permitem combos e sequências eletrizantes, mas é preciso agilidade e domínio.

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Nesse sentido, a versão para PC (que foi a que joguei) perde muito. Meu controle do Xbox 360 não funcionou (ainda não descobri se por alguma limitação ou problema técnico mesmo), com isso, tive que jogar no teclado. E, infelizmente, ficou muito ruim jogar assim.

Dragon Ball Z: Kakarot não é jogo para teclados, sendo importante ter controles, seja para PC ou consoles.

Visual

O DLC, assim como o jogo base, é muito fiel ao anime, com cutscenes e animações que reproduzem perfeitamente a franquia Dragon Ball. Contudo, achei a quantidade muito exagerada. Toda hora o jogo para por causa de algum diálogo ou uma animação.

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Para se ter uma ideia, existe um vídeo de apresentação que possui quase 20 minutos de duração.

Mas isso não é uma crítica apenas a Dragon Ball Z: Kakarot. Atualmente, a maioria dos jogos inspirados em animações que a Bandai Namco traz tem essa característica.

Se você é um fã ferrenho, que gosta de curtir e se sentir no anime, com certeza vai gostar. Mas, para mim, ficou cansativo e exagerado.

A grande vantagem nisso é que o jogo está com textos e legendas em português do Brasil, o que dão um alento aos diálogos. Confira nosso gameplay.

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