Os cientistas apresentaram, uma novidade nesta terça-feira (28), em Amsterdã na Holanda. Foi cultivada uma almôndega de mamute lanoso, uma espécie extinta. No entanto, ainda precisar passar por mais testes e não está pronta para ser ingerida.
Para os cientistas, esta “viagem” ao passado abre caminho para os alimentos do futuro. A almôndega de mamute foi exibida sob um vidro, no museu de ciências NEMO, na capital holandesa.
Mas podemos comer? Ainda não. Esta carne de paquiderme ainda não está pronta para ser consumida, ela ainda deve passar por testes de segurança antes de poder ser consumida pelos seres humanos.
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A almôndega foi cultivada durante várias semanas, criada por cientistas que haviam identificado anteriormente a sequência de DNA da mioglobina do mamute, a proteína que dá o sabor à carne.
No entanto, tinha lacunas e a sequência de DNA foi completada com os genes do elefante africano, o parente vivo mais próximo do Mamute. Ela introduzida em células de cordeiro com ajuda de uma descarga elétrica.
“Não vou comê-la ainda porque não vemos esta proteína há 4.000 anos”, declarou Ernst Wolvetang, do Instituto Australiano de Bioengenharia da Universidade de Queensland, que colaborou com a Vow.
“Contudo, depois dos testes de segurança, estarei realmente curioso para ver com o que ela se parece”, acrescentou.
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