A passista da Acadêmicos do Grande Rio se internou para retirar miomas no útero, mas a surpresa da Alessandra foi que ao acordar da cirurgia, se deparou com o braço esquerdo amputado.
“Só lembro mesmo disso, de acordar em outro hospital sem o braço”, disse Alessandra dos Santos Silva, de 35 anos.
Dois meses depois do ocorrido, nenhuma autoridade explicou a causa que levou à amputação, o hospital afirmou apenas que ela corria risco de necrose.
Em agosto do ano passado, Alessandra teve dores e sangramentos que apontavam miomas no útero. A passista começou a se preparar para agendar uma cirurgia na rede pública. Depois de seis meses, ela foi convocada para a cirurgia no Hospital da Mulher Heloneida Studart, em São João de Meriti, no Rio de Janeiro.
Após a cirurgia, a família de Alessandra a visitou e segundo eles, ela estava intubada e com as pontas dos dedos esquerdo escurecidas. Braços e pernas estavam enfaixados e segundo o hospital, o motivo era que a “paciente estava com frio”.
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Três dias depois da cirurgia, a família foi avisada que Alessandra teria que ser transferida para outro hospital, pois o braço da passista estava praticamente preto e de acordo com um médico, o braço estava começando a necrosar.
No novo hospital, a drenagem que não deu certo teve que levar um novo rumo e que “ou era a vida de Alessandra, ou era o braço”, porque a necrose iria se alastrar. A família autorizou a amputação, mas a passista teve seu estado de saúde agravado, com o rim e o fígado quase parando e com risco de uma infecção generalizada.
Depois de treze dias após a cirurgia, Alessandra recebeu alta do hospital.
A Secretaria Estadual de Saúde e a Polícia Civil do RJ investigam o caso.