Um projeto audacioso liderado pelo CEO da OpenAi, Sam Altman, tem feito as pessoas se perguntarem qual é o benefício de “vender a íris”. “World ID” é o nome do projeto e, no Brasil, viralizou com inúmeros vídeos no TikTok explicativos ou que mostram o processo da “venda” da íris.
Em meio a polêmicas e questionamentos, descubra porque vender a íris à empresa abaixo:
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Por que vender a íris?
De acordo com o projeto World ID, a ideia de vender a íris é diferenciar, eventualmente, humanos de robôs e inteligências artificiais. Com a venda, o indivíduo recebe uma “World ID”, que serve como uma prova de que ela é, de fato, uma pessoa.
No processo, a pessoa precisa agendar a venda em um aplicativo de celular. No lugar de coleta, um dispositivo, conhecido como Orbes – câmeras especiais para registro – capturam imagens da íris. Em troca, os adeptos ganham criptomoedas “Worldcoins”, que podem ser trocadas por dinheiro, segundo um usuário do TikTok.
No site oficial, há o descritivo: “Use o seu World ID para entrar em aplicativos móveis online para provar que você é um ser humano único”.
De acordo com a página do programa, a troca pode chegar até a 77 Worldcoins, cerca de R$ 992. Apesar da popularidade crescente no país, lugares como Espanha e Portugal já proibiram a prática.
@gabesad_ Escaneei a Íris dos Meus Olhos ? #casoreal #fy #world ♬ Brutus (Instrumental) – The Buttress
Críticas
De acordo com a Veja Negócios, há riscos de vazamento de dados. A íris é única em cada indivíduo, então é como se a pessoa estivesse vendendo a própria digital.
Para o portal Techtudo, os responsáveis pelo projeto afirmam que a imagem da íris utilizada é apagada depois de criar um código genético. A imagem só fica armazenada caso tenha consentimento do indivíduo. A organização afirma que todos os dados processados e transmitidos são totalmente anônimos e criptografados.
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