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Dérbi transforma Gigena em herói e faz comemoração “do Gorila” virar tradição

Em duas passagens pela Ponte Preta, Gigena entrou em campo em 23 oportunidades e anotou 14 gols, muitos deles contra o Guarani, sendo três logo de uma vez, no dia que virou herói

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O Dérbi campineiro tem a capacidade de transformar jogadores em heróis. Darío Alberto Gigena é a prova viva. O argentino não teve uma passagem exuberante pela Ponte Preta, mas se tornou ídolo ao fazer três gols na vitória da Macaca sobre o Guarani, por 3 a 1, em pleno Brinco de Ouro da Princesa, no dia 11 de outubro de 2003, pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro. 

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Em duas passagens pela Ponte Preta, Gigena entrou em campo em 23 oportunidades e anotou 14 gols, muitos deles contra o Guarani, sendo três logo de uma vez, no dia que virou herói. Saiu carregado, literalmente, nos braços dos torcedores. Foi o seu único hat-trick da carreira. 

“Jogar o dérbi foi maravilhoso. Defender a camisa da Ponte Preta foi uma das coisas mais lindas que aconteceram na minha vida. Todos de Campinas sabem que o dérbi é uma partida muito especial. Tive muita sorte de poder fazer três gols, comemorar com a torcida, e no estádio rival. Fico feliz pelo carinho que recebo da Ponte Preta, da torcida, e vice-versa. Marcou a minha vida. Eu falo para minha filha que, apesar dos anos, sigo no coração dos torcedores. Foi uma época muito especial”, afirmou Gigena.
 
Naquele 11 de outubro, Gigena passou em branco no primeiro tempo e começou a ganhar o status de herói aos 19 minutos da etapa complementar, quando rodou para cima da defesa e abriu o placar. Na comemoração, vestiu uma máscara de gorila em tom de provocação aos bugrinos.  
 

“A comemoração foi por causa do Marcão, o massagista. Pediu para eu usar a máscara. Fiz logo três gols e pude usá-la e criar minha história na Ponte Preta. Tenho um orgulho muito grande. Vou levar esse carinho até a minha tumba”, destacou o argentino. 

A festa foi grande com o primeiro gol, mas ficou ainda maior aos 23 minutos, quando Gigena, de pênalti, fez 2 a 0. O Guarani chegou a diminuir com Wagner, mas o argentino, de novo da marca da cal, decretou o triunfo alvinegro para um público de quase 9 mil torcedores e novamente usou a máscara na comemoração, que virou tradição. 

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O acessório foi usado novamente por André Luis durante a vitória sobre o Guarani por 3 a 2 em 2018. No ano seguinte, foi a vez de Thalles colocar a máscara para comemorar o triunfo por 3 a 0, no Moisés Lucarelli. Gigena lançou moda. 

MAIS DE GIGENA
 
Gigena tem a imagem de um gorila tatuada nas costas. O argentino sempre é muito festejado quando volta a Campinas para visitar o clube.
 A Ponte Preta foi a única equipe brasileira em que o atacante atuou. Ele passou ainda por Belgrano, Rayo Vallecano, Talleres, Colón, Huracán, Racing, Once Caldas, LDU, dentre outros. 

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Veja as escalações:
 
GUARANI: Jean, Ruy, Juninho (Gláuber), Bruno Quadros e Alex; Emerson, Leandro Guerreiro, Rafael (Rodrigão) e Dinélson (Marquinhos); Wagner e Rafael Silva. Técnico: Luís Carlos Barbieri. 

PONTE PRETA: Lauro, Marquinhos, Gabriel, Gerson e Alan (Luiz Carlos); Roberto, Piá (Ricardo Conceição), Waguinho (Ângelo) e Nenê; Jean e Gigena. Técnico: Abel Braga.

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Luciana Félix
Luciana Félixhttps://www.acidadeon.com/campinas/
Supervisora de conteúdo digital do acidade on e do Tudo EP. Entrou no Grupo EP em 2017 como repórter do acidade on Campinas, onde também foi editora da praça. Antes atuou como repórter e editora do jornal Correio Popular e do site do Grupo RAC. Também atuou como repórter da Revista Veja, em São Paulo.

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