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Ponte Preta nunca venceu Santos com Pelé; Guarani já fez 5 a 1 e recebeu a “ira” do Rei

Ponte e Peixe se enfrentaram em 21 oportunidades enquanto o Bugre enfrentou o Peixe em 40 partidas

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Pelé já esteve em várias oportunidades no caminho de Guarani e Ponte Preta. Como uma forma de homenagear o Rei, recordamos alguns momentos do eterno camisa 10 contra a dupla campineira. O maior jogador de todos os tempos faleceu na última quinta-feira (29), vítima da falência múltipla dos órgãos, agravada por um câncer no cólon.  

A Ponte Preta está na história de Pelé por ter sido a última equipe que o Rei enfrentou nos tempos de Santos. A despedida foi com uma vitória por 2 a 0, na Vila Belmiro, pelo Campeonato Paulista de 1974. Mas esse não foi o único jogo entre Pelé e a Macaca.  

Desde a estreia do Rei com a camisa do Santos até a sua despedida, Ponte e Peixe se enfrentaram em 21 oportunidades, com 16 vitórias da equipe da Baixada Santista, três empates e dois triunfos da Macaca. No entanto, nas duas vitórias da equipe campineira, Pelé não jogou, seja por lesão ou por qualquer outro motivo.   

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A Ponte Preta venceu o Santos no dia 2 de julho de 1970, na Vila Belmiro, por 2 a 1, e voltou a derrotar o Peixe, em 73, no Moisés Lucarelli, pelo mesmo placar. Pelé esteve ausente em ambos os jogos, assim como na maior goleada do Santos sobre a Ponte até os dias de hoje. Na ocasião, a equipe alvinegra praiana venceu por 12 a 1, – o Rei estava contundido.  

GOLEADA QUE FICOU PARA A HISTÓRIA!
 

O Guarani, por outro lado, já conseguiu surpreender o Santos, com Pelé. O Bugre enfrentou o Peixe em 40 oportunidades, durante a trajetória do Rei. Foram: 25 vitórias da equipe santista, oito empates e sete triunfos do Guarani. Ou seja, o time campineiro teve o “gostinho” de vencer o maior de todos mais de uma vez.  

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Das sete vitórias do Guarani, Pelé esteve em campo em quatro. O primeiro triunfo foi em 1959, quando o Bugre venceu por 3 a 2, com gols de Rodrigo e Ferrari, duas vezes. Carlão, contra, e Coutinho, descontaram. Em 1964, o Guarani viu essa proeza ser ainda maior ao fazer sonoros 5 a 1, em jogo pelo Campeonato Paulista.  

“O Guarani tem duas histórias marcantes. A do título brasileiro de 1978 e a da vitória por 5 a 1 sobre o Santos de Pelé. Foi algo inesperado, ninguém imaginava o que aconteceria. Foi uma noite brilhante, tudo acabou dando certo. Pelé sempre diz que tudo que ele fez teve a mão de Deus. Aquele jogo, teve a mão de Deus, um placar elástico, quem imaginaria?”, disse Joãozinho Guedes, em entrevista ao Portal Tudo EP.  

Os gols da goleada bugrina foram marcados por Carlinhos, Joãozinho Guedes, Babá, América Murolo e Nelsinho. Ditinho, contra, fez o único gol do Santos. “Fiz o segundo do Guarani. Peguei a bola pela direita, driblei Geraldino e Modesto e toquei entre as pernas do Gylmar. Eu tinha apenas 17 anos, sonho até hoje com esse jogo. Como tudo isso pôde ter acontecido?”, completou.  

A goleada não foi a única surpresa do dia. Pelé também perdeu um pênalti, defendido pelo falecido goleiro Sidnei. “O nosso falecido Sidnei defendeu. Pelé ficou bravo, brigou com Coutinho, com Zito, com Gylmar, gritava com todo mundo, dava dura. Ele não aceitava perder, ainda mais de forma elástica. Mas, chegou a conclusão de que tínhamos uma linha do meio para frente muito rápida. Éramos todos novos, conseguimos envolver o Santos até com certa facilidade”, afirmou Joãozinho.  

O ex-ponta de Guarani e Paulista de Jundiaí ainda revelou bastidores daquela partida. “Nosso técnico era o argentino Armando Renganeschi, que foi o responsável por lançar essa garotada. Ele pediu marcação em zona para a defesa e falou para a gente (do setor de ataque) fazer o que achássemos melhor, deu no que deu. No entanto, fomos jogar na Vila Belmiro depois e levamos 7 a 0. Pelé fez quatro gols, três só no primeiro tempo. Estava mordido. Esse jogo contou ainda com a presença de 500 marinheiros que chegaram de um navio da Itália. A cada gol de Pelé, jogavam a boina para cima. Foi divertido, mas Pelé era isso, era diferente. Deus fez ele e jogou a forma fora. Não tem outro igual”, finalizou.  

O Guarani ainda venceu o Santos, com Pelé, em 1969 (gol de Ladeira) e em 1972 ( gol de Zé Ito), por 1 a 0. O Rei esteve presente também na maior goleada do Peixe sobre o Bugre. Em um amistoso, em 1961, a equipe santista venceu por 10 a 2, com gols de Mengálvio, três vezes, Dorval, Coutinho e Pelé, duas vezes cada, e Sormani. Benê I fez os gols do Bugre.  

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