Desde atletas de alto rendimento até pessoas que frequentam academias, o doping é usado para aumentar a performance. Por meio de medicamentos, muitas vezes proibidos, o corpo responde de maneira diferente a um estímulo, indo além da performance fisiológica, que já se encontraria em seu nível máximo.
Ainda que essa prática não seja recente, as lutas antidoping tem ganhado ainda mais força nos dias de hoje. Nas Olimpíadas de Paris, há uma equipe com mais de mil pessoas atuando no controle de testes dos quase 4 mil atletas.
O que é doping?
O doping é o uso de substâncias estimulantes ou estupefaciente cujo objetivo é alterar a resposta do corpo a um estímulo. A administração ilícita dessas drogas prevê como resultado:
- Tolerância à fadiga
- Aumento da força
- Aceleramento da recuperação de lesão nos tecidos
- Melhora estética
No entanto, sabe-se que a prática viola questões éticas relacionadas aos princípios e valores esportivos.
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Luta antidoping em Paris-2024
O processo das testagens de doping estará sob direção da ITA (Agência Internacional de Testes), responsável pelo planejamento, organização e gerenciamento dos resultados durantes os Jogos desde a abertura da Vila Olímpica em 18 de julho.
A agência já possui experiência em duas edições de jogos, a de Tóquio em 2021 e Pequim, nos Jogos de Inverno de 2022. Sendo que, há três anos, no Japão, coletou diversos resultados positivos após colher 6.200 amostras de quase 4.000 atletas.
Seguindo a lei olímpica de 2023, também será possível realizar testes genéticos, a fim de se adequar aos padrões mundiais antidopings.
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