Como escalada de suas estrições contra cidadãos estrangeiros, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou uma nova medida: cidadãos de 12 países selecionados estão proibidos de entrar nos EUA, além de estabelecer restrições contra nascidos em outras sete nações. Com isso, alguns atletas da Copa do Mundo de Clubes, que acontecerá no país nas próximas semanas, também sofreriam com a nova regra. Confira todos eles:
Quais jogadores da Copa do Mundo de Clubes seriam afetados por veto de Trump?
Inicialmente, é importante explicar que o decreto de Trump possui uma exceção para atletas e técnicos, permitindo que, independente de terem dupla cidadania ou não, estejam presentes no país para a competição. Porém, caso essas isenções não existissem, esses atletas seriam “barrados”:
- Telasco Segovia (Venezuela, Inter Miami);
- David Martínez (Venezuela, Los Angeles FC);
- Salomón Rondón (Venezuela, Pachuca);
- Matías Lacava (Venezuela, Ulsan Hyundai);
- Jefferson Savarino (Venezuela, Botafogo);
- Mehdi Taremi (Irã, Inter de Milão);
- Roger Aholou (Togo, Esperánce Tunis);
- Kodjo Laba (Togo, Al-Ain);
- Mohamed Awadalla (Sudão, Al-Ain);
- Trevoh Chalobah (Serra Leoa, Chelsea);
- Fafa Picault (Haiti, Inter Miami).
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Cidadãos de quais países foram proibidos de entrar nos EUA?
No total, a entrada de cidadãos de 12 países foi proibida nos Estados Unidos, além de aumento de restrições contra outros sete. A medida foi tomada pelo republicano com o objetivo de “proteger a segurança nacional”. Confira a lista:
Países proibidos
- Afeganistão;
- Myanmar;
- Chade;
- República do Congo;
- Guiné Equatorial;
- Eritreia;
- Haiti;
- Irã;
- Líbia;
- Somália;
- Sudão;
- Iêmen.
Países com restrições rigorosas
- Burundi;
- Cuba;
- Laos;
- Serra Leoa;
- Togo;
- Turcomenistão;
- Venezuela.
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