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Ataques russos perto da usina nuclear ucraniana matam 13 e causam preocupação

Ataques russos perto da usina nuclear ucraniana matam 13 e causam preocupação

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A Ucrânia voltou a denunciar os bombardeios russos na linha de frente, inclusive perto da usina nuclear de Zaporizhzhia, a maior da Europa e sob controle dos russos desde março. Ataques de mísseis russos mataram ao menos 13 civis e feriram outros 11 durante a última noite nas proximidades da usina.

Em Nikopol (sudeste), a 100 quilômetros da central de Zaporizhzhia, o governador Valentin Reznichenko confirmou no Telegram as mortes. Segundo ele, os russos usaram mísseis Grad e fizeram 80 disparos contra bairros residenciais, causando danos em blocos de apartamentos, prédios administrativos e deixando mais de 1 mil pessoas sem gás.

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A situação da usina preocupa a comunidade internacional e será discutida nesta quinta-feira, 11, pelo Conselho de Segurança da ONU.

“Os russos bombardearam novamente a usina nuclear de Zaporizhzhia”, acusou o operador nuclear da Ucrânia Energoatom. “Passamos uma noite horrível (…) É muito difícil retirar os corpos dos escombros”, afirmou Reznichenko.

Rússia e Ucrânia se acusam mutuamente pelos ataques aos arredores da central nuclear, mas afirmaram, no entanto, que os níveis de radiação na usina estavam “dentro dos limites normais”.

Versão russa

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As forças ucranianas “mais uma vez bombardearam a usina nuclear de Zaporizhzhia e o território perto da instalação nuclear”, disse Vladimir Rogov, membro da administração regional instalada em Zaporizhzhia desde março. De acordo com Rogov, os ucranianos usaram vários sistemas de lançamento de foguetes e artilharia pesada para realizar os ataques.

Ambos os lados relataram cinco bombardeios perto de uma unidade de armazenamento de substâncias radioativas.

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Na semana passada houve vários ataques, pelos quais ambos os lados se culpam, perto desta usina. As tropas russas assumiram o controle da usina no dia 4 de março, logo após o início da invasão da Ucrânia em 24 de fevereiro.

O secretário-geral da ONU alertou nesta quinta-feira para o risco de “catástrofe” na usina de Zaporizhzhia.

O diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Rafael Grossi, informará ao Conselho de Segurança sobre a situação naquela instalação, que possui seis dos 15 reatores ucranianos, capazes de fornecer energia a quatro milhões de residências.

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A AIEA informou que seu relatório detalhará como os bombardeios na semana passada “violaram praticamente todos os sete pilares indispensáveis da segurança nuclear”. Também apontou que tentará organizar uma missão especializada à usina “o mais rápido possível”.

O grupo dos sete países mais industrializados (G7) exigiu na quarta-feira que “a Rússia devolva imediatamente ao seu legítimo proprietário soberano, a Ucrânia, o controle total da usina” e estimou que sua ocupação “põe em perigo a região”.

A operadora ucraniana Energoatom disse na terça-feira que as forças russas estão tentando estabelecer uma conexão terrestre entre a usina de Zaporizhzhia e a Crimeia, anexada pela Rússia em 2014.

O presidente ucraniano, Volodmir Zelenski, enfatizou na terça-feira, 9, a importância da península da Crimeia para a Ucrânia e reiterou que Kiev “nunca a abandonará”. (COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS)

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