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Casa incendiada em Lambari pertence a suspeita de brigar com mulher morta com tiro no rosto por vizinha

A suspeita é de que o incêndio tenha sido criminoso; testemunhas contaram que alguém teria colocado fogo na casa por vingança

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Nesta quinta-feira (13), em Lambari (MG), foi incendiada a casa da suspeita de brigar com Maria José da Silva, morta na segunda-feira (10) por uma vizinha, após uma discussão com ela e a dona da casa incendiada. O local foi arrombado com um pé de cabra. Ninguém ficou ferido.

O Corpo de Bombeiros informou que foi acionado por volta de 6h15. Na residência, localizada na Rua Rui Barbosa, nº 31, a antiga Rua Sete, havia vários focos de incêndio.

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Os militares relataram que a suspeita é de que o incêndio tenha sido criminoso. Testemunhas contaram que alguém teria colocado fogo na casa por vingança, em razão da briga com Maria José.

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RELEMBRE O CASO
Na segunda-feira (10), em Lambari (MG), uma mulher de 43 anos foi morta com um tiro no rosto pela vizinha. A autora do disparo é uma advogada de 57 anos. Segundo relatos, Maria José teria chamado a suspeita e a amiga dela de “sapatão”, o que motivou o crime.

De acordo com a Polícia Militar, o crime aconteceu na Rua 7, no Bairro Recanto da Serra, local onde moram as envolvidas. No Boletim de Ocorrência consta que a vítima teria provocado uma amiga da suspeita, uma mulher de 51 anos, chamando-a de “sapatão”. Por isso, as duas teriam começado uma briga.

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Testemunhas relataram aos militares que a amiga da suspeita estaria com um bastão de madeira e que a vítima teria se apossado do objeto e a agredido com ele.

Ao perceber a briga entre as duas mulheres, a autora teria entrado na casa dela, pegado arma e atirado contra a vítima para defender a amiga. Um dos tiros atingiu a região da boca de Maria José da Silva, de 43 anos.

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A suspeita foi presa em flagrante pela Polícia Militar. Ela e a amiga foram encaminhadas para o pronto-socorro para atendimento médico e em seguida a advogada, autora dos disparos, foi levada para a delegacia.

Maria José foi socorrida por moradores que estavam no local, mas não resistiu aos ferimentos. O corpo dela foi levado ao IML de Três Corações (MG).

A suspeita relatou aos militares que a motivação do crime seria porque a vizinha teria chamado ela e a amiga de “sapatão” e dito que elas tinham um relacionamento amoroso. Ela contou ainda que não conseguiu separar a briga porque usa prótese nos dois pés e está em tratamento contra o câncer.

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Foram realizadas buscas na casa da autora e no local foram encontradas e apreendidas três pistolas e uma metralhadora, além de 537 munições intactas e 24 deflagradas. A suspeita tem posse de arma de fogo e não havia nenhum outro registro envolvendo armas.

A suspeita foi presa em flagrante pela Polícia Militar. Ela e a amiga foram encaminhadas para o pronto-socorro para atendimento médico e em seguida a advogada, autora dos disparos, foi levada para a delegacia.


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