Com os temporais que atingiram o Sul de Minas nos últimos dias, a Prefeitura de Itajubá revisou o Plano de Contingência de Proteção e Defesa Civil. O anúncio foi feito na última terça-feira (27) e o objetivo é evitar os alagamentos e deslizamentos de terra.
Historicamente a cidade apresenta enchentes no verão, período de fortes chuvas. Entre os bairros que mais sofrem com os alagamentos estão: Santa Rosa, Varginha, Nossa Senhora de Fátima, Santa Rita de Cássia, São Sebastião, Porto Velho, Medicina, Avenida, São Judas Tadeu, Santos Dumont, Vila Rubens e Açude.
O plano de contenção para enchentes conta com o apoio de diversos órgãos, nele o município norteia as ações a serem tomadas em caso de desastres naturais. Em parceria com o IRN (Instituto de Recursos Naturais) da Unifei (Universidade Federal de Itajubá), há o monitoramento do rio Sapucaí e os ribeirões Anhumas, José Pereira e Lourenço Velho 24 horas por dia.
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Em 2021 foi criado no município o Nupdec (Núcleos Comunitários de Proteção e Defesa Civil) formados nos bairros de maior risco, para que os moradores possam contribuir mais efetivamente com as ações da Defesa Civil na prevenção de desastres.
No mesmo ano a prefeitura retomou o convênio com a Unifei. O sistema de monitoramento dos rios que cortam a cidade, havia sido desativado em 2015. Com o novo acordo, foram reativadas seis estações de monitoramento fluvial.
Em agosto deste ano o bairro Medicina recebeu a iniciativa. Placas com rotas de fuga, que indicam saídas seguras e rápidas para a população em situações de desastres naturais, como alagamentos e deslizamentos de terra, foram instaladas no local. Os bairros rurais Ano Bom, Ilha e Rio Manso também receberam a iniciativa.
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