Em Três Pontas, no Sul de Minas, um homem de 19 anos com 58 passagens pela polícia foi preso na terça-feira (6), por estupro de vulnerável contra uma garota de 14 anos. Segundo a polícia, ele ainda responde por crimes como furto, tráfico de drogas e estelionato.
A Polícia Civil de Minas Gerais informou que os pais da adolescentes denunciaram o crime ao perceber que ela saía escondida de casa a noite. O suspeito morava perto da casa da vítima no bairro Parque Brasil.
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De acordo com a denúncia dos responsáveis, o rapaz e a garota já teriam se encontrado sete vezes, sendo que em quatro dos encontros o estupro teria ocorrido.
Ainda segundo a denúncia dos pais, o suspeito aguardava a própria família dormir para receber a menina. Os abusos tiveram início quando a vítima era menor de 14 anos, caracterizando o crime de estupro de vulnerável. O suspeito de 19 anos foi preso e levado para o Presídio de Três Pontas.
CONCEIÇÃO DA APARECIDA
Em Conceição da Aparecida, Sul de Minas, um homem de 24 anos também foi preso por estupro de vulnerável no último 24 de agosto. O crime teria ocorrido em julho deste ano e a vítima seria uma adolescente de 13 anos.
As investigações começaram após denúncia de que uma menina havia sido atendida no hospital da cidade após violência sexual.
Segundo a Polícia Civil, a menina revelou que foi morar com o suspeito quando começou a sofrer agressões físicas, violência sexual e ameaças. Ela também contou que em um dos estupros, foi surrada até quase desmaiar.
O homem chegou a confirmar que manteve relações sexuais com garota, mas de maneira consensual. Quanto às agressões, o suspeito negou. Ele foi levado para o presídio em Passos (MG).
CARMO DO RIO CLARO
Outro caso de estupro de vulnerável ocorreu em Carmo do Rio Claro, no Sul de Minas. A Polícia Civil de Minas Gerais concluiu o inquérito, em 15 de agosto deste ano, sobre um estupro de uma criança de 10 anos por um líder religioso de 26 anos. O homem foi indiciado pelo crime.
O estupro teria ocorrido há três anos após denúncia do Conselho Tutelar. Aos policiais, a menina disse que após o estupro conseguiu fugir e pedir ajuda.
De acordo com a Polícia Civil, uma testemunha que atuava na igreja encontrou a vítima chorando muito. Na sequência, o líder religioso tentou impedir que a testemunha entregasse a menina aos pais. À polícia, a mãe disse que a menina chegou em casa extremamente abalada e chorando. À época, o suspeito havia negado o crime e dito que apenas fez cócegas na criança.
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