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Lago de Furnas alcança melhor nível em outubro nos últimos 10 anos

O volume útil registrado foi de 59,6%; este nível tinha sido alcançado pela última vez no ano de 2011

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Nesta semana, o Lago de Furnas registrou o melhor nível para um mês de outubro nos últimos 10 anos. Na quinta-feira (21), o volume útil registrado foi de 59,6%. Este nível tinha sido alcançado pela última vez no ano de 2011.

Para o prefeito de Fama (MG), Osmair Leal dos Reis, uma das cidades banhadas pelo lago de Furnas, um dos motivos do aumento no nível da água é a cota 762. “Normalmente a balsa está parada porque não dá pra fazer a travessia porque abaixa demais e ela fica encalhada. […] Valeu a pena. Eu acho que temos que lutar pra manter a 762 e jamais abaixar ela”, afirmou.

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Para a economia das cidades banhadas pela represa, o aumento no nível da água é importante para a manutenção do turismo e, em alguns casos, como o de Fama, para serviços de saúde. “O turismo hoje é a máquina que gera emprego mais rápido, mais economia para o município. Fama tem neste tempo recebido muitos turistas. Todos os anos, a balsa nesta época tem que parar. E atrapalha demais quem vem de Campos Gerais-Alfenas, porque Alfenas atende muito nós na Saúde. A balsa hoje está funcionando graças a 762, se não estava parada”, explicou o prefeito.

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O LAGO DE FURNAS
O Lago de Furnas, chamado de Mar de Minas, banha 34 municípios no seu entorno, com 3.500 km de margem, um vasto território de aproximadamente 1.440 km2.

Desde que o Lago de Furnas passou a ser usado para ajustar a geração de energia elétrica no Brasil, as atividades econômicas desses 34 municípios banhados pelo lago foram prejudicadas.

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A cota mínima de 762 metros acima do nível do mar estabelece um nível mínimo, considerado suficiente para o uso múltiplo da água, atendendo aos municípios banhados com a manutenção de atividades econômicas voltadas ao turismo, piscicultura e agropecuária. Este parâmetro limita o uso da água para geração de energia elétrica, o que ganhou destaque diante da crise hídrica. A ideia é garantir um controle social do nível do reservatório, viabilizando o uso das águas para o consumo humano, para geração de energia elétrica, para a agropecuária, para o turismo e para a aquicultura.

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