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Macacos são encontrados mortos em Campo Belo

Alguns animais apresentavam ferimentos pelo corpo, enquanto em outros nenhum ferimento externo foi percebido

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A Prefeitura de Campo Belo, por meio do setor de zoonoses, investiga o aparecimento de pelo menos oito macacos mortos na cidade, no final do mês de julho. Alguns animais apresentavam ferimentos pelo corpo, enquanto em outros nenhum ferimento externo foi percebido.

Foi realizada a coleta de material e enviada ao Centro de Zoonoses em Belo Horizonte. Agora, a Prefeitura aguarda o resultado dos exames para que as ações possam ser desenvolvidas.

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O coordenador de endemias de Campo Belo, Everton Ribeiro, contou que “no início desta semana, a gente recebeu relatos dos moradores e do pessoal que trabalha na praça que havia aparecido esses animais mortos. Na segunda-feira estivemos aqui, fizemos uma varredura, não encontramos nenhum corpo de animal aqui. Na terça-feira novamente recebemos outro relato e aí sim encontramos o corpo, fizemos a coleta e enviamos para o centro de zoonoses em BH”, afirmou.

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NÃO HÁ RELAÇÃO DO ANIMAL COM O SURTO DE VARÍOLA
Até onde se sabe, o surto mundial da varíola dos macacos não tem relação nenhuma com os primatas. A doença leva este nome somente porque, em 1958, quando foi identificada pela primeira vez, foi em macacos de cativeiro que estavam na Dinamarca. Porém, o vírus também já foi identificado em roedores e no Brasil não há a espécie de macacos daquela primeira contaminação.

Além disso, todas as transmissões identificadas até o momento pelas agências de saúde no mundo foram atribuídas à contaminação por transmissão entre pessoas.

A doença é causada pelo vírus Monkeypox, pertencente ao gênero Orthopoxivirus, o mesmo da Varíola humana, que está erradicada desde a década de 1980.

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O primatólogo Fabiano Melo, professor da Universidade de Viçosa, faz um apelo para que as pessoas compreendam que não há relação da doença com os primatas. “As pessoas precisam entender que os macacos não têm culpa e precisam ser protegidos, assim como nós humanos. Os macacos não têm nada a ver com o surto atual e ninguém precisa ficar com medo deles ou ficar com raiva pensando que eles estariam nos prejudicando, porque eles não estão”, destaca.

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