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Ministério da Agricultura faz exigências a fabricantes de petiscos na região de Varginha

Medida aconteceu depois que cães foram intoxicados e mortos após comerem os petiscos no Brasil

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Os fabricantes e os fornecedores de matérias-primas para petiscos caninos terão que seguir uma série de exigências de segurança. A decisão foi publicada por auditores fiscais e é válida para a região do 5º Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Animal, localizado em Varginha.

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Segundo o documento, as empresas deverão buscar os lotes indicados nos estoques, fazer a separação e suspender os materiais suspeitos. Caso haja algum produto seja feito com os materiais investigados, deverão ser recolhidos no comércio atacadista e varejista. As ações devem alcançar os compradores e também domicílios.

O 5º SIPOA atua em 431 cidades em Minas Gerais e no Rio de Janeiro, com centrais de certificação localizadas em Barbacena, Juiz de Fora, Lavras, Poços de Caldas, Varginha, Viçosa, em Minas Gerais, e Rio de Janeiro (RJ).

O ofício ainda sugere que as empresas revisem os procedimentos de seleção de fornecedores e recebimento de matérias-primas, principalmente voltados ao propilenoglicol. Caso os responsáveis técnicos das empresas que produzem produtos para alimentação animal sejam notificados via correio eletrônico, as empresas deverão se manifestar em até 72h. 

 

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Entenda o caso

Na última semana, em Poços de Caldas, a Coordenadoria de Proteção e Defesa do Consumidor do Procon recomendou a imediata suspensão da venda de petiscos para cães produzidos pela empresa Bassar e Petz na cidade. A Polícia Civil investiga a morte de cachorros por intoxicação após ingerir os produtos.

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Na sexta-feira (2), o Ministério da Agricultura determinou que todos os lotes dos produtos da Bassar fossem recolhidos após a suspeita de contaminação. Os produtos com possíveis substâncias tóxicas são o Every Day sabor fígado (lote 3554) e o Dental Care (lote 3467). Outra embalagem do mesmo produto para cuidado dos dentes é Petz Snack Cuidado Oral.

Após tutores de oito cachorros abrirem denúncia sobre o mal estar dos animais após a ingestão dos petiscos, a perícia da PCMG levou os produtos para análise. De acordo com laudo preliminar realizado por veterinários da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) em um dos animais, o exame de necropsia identificou “lesões renais graves, associadas a alterações clínicas e metabólicas” que causaram a morte.

No relatório, os médicos veterinários indicaram intoxicação por etilenoglicol. Porém, não há como a investigação afirmar que os outros animais mortos também foram contaminados pela substância.

Entre os sintomas de intoxicação estão: apatia, cansaço repentino, desconforto, diarreia, vômito e convulsões. A Polícia pede aos tutores que caso identifiquem o mal estar nos animais, levem ao veterinário o mais rápido possível e informem a corporação. A polícia já entrou em contato com as empresas para que prestem esclarecimentos sobre a produção dos petiscos. 

 

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