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ONU costura acordo com Ucrânia e Rússia para liberar comércio de grãos

ONU costura acordo com Ucrânia e Rússia para liberar comércio de grãos

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A ONU negocia com Rússia e Ucrânia um acordo que permita liberar as exportações de alimentos e fertilizantes ucranianos retidos pela guerra. O esforço diplomático, anunciado ontem pelo secretário-geral, António Guterres, vem no momento em que Moscou e Kiev culpam um ao outro pela crise.

A Rússia impôs sua superioridade naval no Mar Negro, conquistando boa parte das cidades e portos ucranianos. A reação de Kiev, para impedir o avanço russo, foi minar vias marítimas de acesso aos portos, como em Odessa, ainda sob controle ucraniano.

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As ofensivas e contraofensivas interromperam o principal canal de escoamento de commodities ucranianas. “A guerra ameaça desencadear uma onda sem precedentes de fome e miséria, deixando o caos social e econômico em seu rastro”, disse Guterres, que não deu detalhes das discussões.

ATAQUES

A movimentação de russos e ucranianos não parece dar brecha a um consenso. Altos funcionários dos dois países têm trocado acusações e culpado uns aos outros pela crise. O presidente da Ucrânia, Volodmir Zelenski, pediu ontem a exclusão da Rússia da FAO (agência da ONU para alimentação e agricultura).

“A Rússia está provocando a fome de pelo menos 400 milhões de pessoas, talvez mais de um bilhão de pessoas”, disse Zelenski durante reunião da OCDE por videoconferência.

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De acordo com ele, há entre 20 milhões e 25 milhões de toneladas de grãos bloqueadas na Ucrânia, uma quantidade que pode chegar a 75 milhões de toneladas no segundo semestre do ano.

Moscou tenta minimizar o impacto de sua operação militar na Ucrânia no aumento do preço internacional de cereais. Na quarta-feira, o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, pediu para a comunidade internacional não “exagerar” a importância da produção ucraniana para o mundo. “É uma porcentagem muito pequena para ter um impacto significativo na crise alimentar mundial, que já começou”, afirmou o ucraniano.

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Embora a Rússia diga que outros fatores como a seca estejam prejudicando a produção e o abastecimento ao redor do mundo, várias organizações internacionais, como o Banco Mundial, apontam a guerra na Ucrânia como um fator decisivo.

GUERRA

Juntos, Rússia e Ucrânia respondem por cerca de 30% das exportações mundiais de trigo. Até a invasão, as exportações mensais ucranianas representavam 12% do trigo mundial, 13% do milho e 50% do óleo de girassol.

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Apesar dos riscos de desabastecimento, o clima segue tenso. Em viagem à Turquia, na quarta-feira, o chanceler da Rússia, Serguei Lavrov, afirmou que a guerra “não era a causa da crise alimentar”. O chanceler ucraniano, Dmitro Kuleba, respondeu, apontando que “a verdadeira causa da crise é a invasão russa, não as sanções”.

Enquanto isso, a proposta costurada por Turquia e Rússia para a criação de um corredor seguro no Mar Negro, para permitir as exportações da Ucrânia, segue paralisada. Lavrov exige a retirada das minas ucranianas, o que a Ucrânia até agora rejeita. (Com agências internacionais)

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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