Na última sexta-feira (11), o estado de São Paulo foi atingido por um forte temporal, o que resultou em um apagão na região metropolitana. Com isso, cerca de 2,1 milhões de pessoas ficaram no escuro. De acordo com a Defesa Civil estadual, essa foi a ventania mais forte da capital desde o início das medições, em 1995. Cinco dias depois, centenas de pessoas ainda estão sem luz em São Paulo.
Quantas pessoas continuam sem luz em São Paulo?
Segundo a Enel, 100 mil clientes ainda estão sem energia elétrica na Grande São Paulo, na manhã desta quarta-feira (16). Deste total, 7,6 mil dos casos são referentes às ocorrências registradas nos dias 11 e 12 de outubro.
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Um boletim atualizado por volta das 6h informou que a empresa está trabalhando para restabelecer o fornecimento para os clientes afastados.
“As equipes atuam, desde os primeiros momentos da tempestade de sexta-feira (11), no restabelecimento de energia para os clientes que tiveram o serviço afetado e para aqueles que ingressaram com chamados de falta de luz ao longo dos últimos dias”,
disse a companhia, em nota.
Na última segunda-feira (14), o Governo Federal estabeleceu um prazo de três dias para que a Enel restaure o fornecimento de energia elétrica “na maior parte” da Grande São Paulo. Entretanto, ainda não há uma previsão de restabelecimento total na região.
Como pedir ressarcimento?
De acordo com o Procon-SP, os consumidores residenciais e pequenos empresários devem registrar os problemas relacionados à falta de energia nos canais da concessionária Enel, guardando o protocolo. Caso não obtenham resposta, será preciso reclamar diretamente no Procon-SP, de forma presencial ou pelo site.
O Código de Defesa do Consumidor determina que os clientes têm direito ao abatimento proporcional do período em que ficou sem luz. Além disso, também é possível obter o ressarcimento pela perda de alimentos e remédios que necessitam de refrigeração.
O reforço internacional de outras distribuidoras começou a chegar no país nesta segunda. Segundo a Enel, profissionais do Chile e da Argentina já iniciaram seus trabalhos e outros da Itália e Espanha devem começar nesta terça-feira (15). No total, 65 técnicos vieram para trabalhar nas áreas afetadas.
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