Duas idosas envolvidas na invasão e depredação das sedes dos Três Poderes, em Brasília, no dia 8 de janeiro de 2023, tiveram a prisão domiciliar revogada após descumprimento constante das medidas cautelares que lhe foram impostas. A decisão partiu do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Alexandre de Moraes.
As duas deveriam usar tornozeleira eletrônica, não usar redes sociais e nem se comunicar com outros envolvidos, mas não cumpriram essas determinações. Saiba quem são elas:
Quem são as idosas presas por 8/1 que tiveram a pena domiciliar revogada?
As idosas que tiveram a pena domiciliar revogada e estavam envolvidas nos atos do 8 de janeiro foram: Iraci Megumi Nagoshi, de 72 anos, e Vildete Ferreira da Silva Guardia, de 74. Mediante a decisão, ambas voltarão a cumprir pena em regime fechado.
Condenada a 14 anos de prisão, Iraci foi quem mais cometeu violações à pena domiciliar. Houve registros de episódios de descumprimento anteriormente, mas sua defesa argumentou que era em razão de idas às aulas de pilates, musculação e hidroginástica, e a justiça acatou. Acontece que, de abril até agora, Iraci teria descumprido mais de 42 vezes a regra, segundo a SAP-SP (Secretaria da Administração Penitenciária de São Paulo).
As violações de Vildete, por sua vez, envolveram 21 dias em que a tornozeleira sofreu com “fim de bateria, sem sinal de GPS e violação da área de inclusão ocorridas”, sem nenhuma justificativa ter sido apresentado na maior parte desses dias pela sua defesa, o que foi registrado como agravante na decisão de Moraes.
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