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Relação vai melhorar para todos, diz Mourão após 1ª reunião com substituto de Salles

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BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Após a primeira reunião com o novo ministro do Meio Ambiente, Joaquim Pereira Leite, na manhã desta sexta-feira (2), o vice-presidente Hamilton Mourão, que vinha tendo uma convivência conturbada com Ricardo Salles, disse que, agora, a relação iria melhorar para todos.

“O ministro Joaquim tem uma outra forma de agir, obviamente, cada pessoa tem a sua maneira de ser. Temos um relacionamento tranquilo aí, vai melhorar para todo mundo”, disse Mourão no início da tarde.

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Pereira Leite evitou a imprensa ao chegar e sair da Vice-Presidência.

Segundo Mourão, a reunião serviu para acertar a coordenação e medidas que precisam ser tomadas. “Nada demais”, afirmou sem entrar em detalhes.

O vice-presidente disse que sua equipe continuará o diálogo com Alemanha e Noruega, enquanto Meio Ambiente e Itamaraty manterão a intermediação com os Estados Unidos.

Salles era considerado por negociadores estrangeiros como um obstáculo para qualquer avanço nas tratativas ambientais com os Estados Unidos e países europeus. A interlocução do ex-ministro com esses governos ficou inviabilizada após seu envolvimento numa investigação da Polícia Federal sobre contrabando de madeira.

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Personagem até pouco tempo atrás sem relevância política, Joaquim Álvaro Pereira Leite assumiu o ministério do Meio Ambiente em meio a uma disputa interna no governo Jair Bolsonaro pela liderança da pauta ambiental do país.

Leite assumiu o comando de um ministério desestruturado por seu antecessor e com um corpo técnico rompido com o comando da pasta.

Mourão comentou ainda o número de focos de calor na Amazônia em junho, que chegou a 2.308, recorde desde 2007 (3.519). O vice-presidente ponderou que o número é alto, mas o relativizou pela média para o mês desde o início do monitoramento, em 1998 -2.687 focos.

“A média histórica de junho é de 2.700, ficamos em 2.308. Não é nenhum número bom”, afirmou.

De acordo com Mourão, há nove pontos de queimada efetivos e “o foco do calor não é uma queimada” e que “uma fogueira é um foco de calor identificado pelo satélite”.

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“A pior área é noroeste de Mato Grosso, ao longo da BR-158. Ali estão os piores pontos. É uma área que não é mais selva. É cerrado, área que já foi entropisada. Área de selva mesmo não tem nada queimando para valer”, afirmou.

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