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7 atitudes que ajudam a proteger a saúde do intestino

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Cuidar da saúde intestinal exige informação, acompanhamento médico e decisões preventivas, mesmo quando não há sintomas aparentes. Até porque doenças do intestino costumam evoluir de forma silenciosa, reforçando a importância de exames regulares e da atenção aos sinais do corpo.

Nesse contexto, o coloproctologista Ithalo Rodrigo explica quais atitudes fazem diferença na prevenção e no diagnóstico precoce. Confira!

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1. Entender a importância da colonoscopia preventiva

A colonoscopia é considerada o principal exame para avaliar o intestino grosso e identificar alterações ainda no início. “A colonoscopia permite detectar pólipos e lesões antes que eles evoluam para quadros mais graves, como o câncer colorretal. Quando feita no tempo certo, é um exame que salva vidas”, afirma Ithalo Rodrigo.

2. Saber quando iniciar o acompanhamento

Mesmo pessoas sem sintomas devem se preocupar com o momento de iniciar os exames. “A recomendação atual é que a colonoscopia preventiva seja realizada a partir dos 45 anos. Em casos de histórico familiar ou outros fatores de risco, esse acompanhamento pode e deve começar antes”, explica o especialista.

3. Não negligenciar doenças inflamatórias intestinais

Doenças como retocolite ulcerativa e Crohn exigem atenção constante, mesmo fora das crises. “Essas condições são crônicas e alternam períodos de melhora e piora. O erro mais comum é abandonar o acompanhamento quando os sintomas aliviam”, alerta Ithalo Rodrigo.

4. Fazer exames mesmo sem sentir nada

A ausência de sintomas não significa ausência de doença. “Muitas doenças intestinais evoluem de forma silenciosa. Quando o paciente só procura ajuda ao sentir dor ou desconforto, o problema pode já estar avançado”, destaca o médico.

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Mulher e médica sentadas em um consultório conversando; a paciente coloca a mão na barriga
É preciso reconhecer sinais de alerta do corpo para buscar investigação médica (Imagem: RossHelen | Shutterstock)

5. Reconhecer sinais de alerta do corpo

Alguns sintomas nunca devem ser considerados normais. “Sangramento nas fezes, dor abdominal persistente, perda de peso sem causa aparente e alterações prolongadas no hábito intestinal precisam ser investigados o quanto antes”, orienta.

6. Valorizar a informação e a orientação médica

Buscar conhecimento é parte fundamental da prevenção. “Quando o paciente entende os riscos e sabe quais exames existem, ele participa ativamente do cuidado com a própria saúde”, afirma Ithalo Rodrigo.

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7. Encarar a saúde intestinal como parte da saúde geral

O intestino reflete o equilíbrio do organismo como um todo. “Cuidar do intestino é cuidar da saúde global. A prevenção e o acompanhamento regular impactam diretamente a qualidade de vida e reduzem o risco de doenças graves”, conclui o médico.

A orientação é clara: prevenção, informação e atenção aos sinais do corpo são atitudes simples que fazem toda a diferença quando o assunto é saúde intestinal.

Por Sarah Monteiro

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