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Brasil suspende produção da vacina AstraZeneca contra a covid-19

Ministério da Saúde recomendou que os imunizantes da AstraZeneca não sejam mais aplicados como dose de reforço

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Vacinação contra covid-19 em Ribeirão Preto (Foto: Fernando Gonzaga/CCS Ribeirão Preto)
Vacinação contra covid-19 em Ribeirão Preto (Foto: Fernando Gonzaga/CCS Ribeirão Preto)

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A produção da vacina da AstraZeneca foi suspensa no Brasil após a recomendação do Ministério da Saúde. O alerta é para a suspensão de vacinas de reforço contra a covid-19, a partir da terceira dose, na população com menos de 40 anos. De acordo com a OMS, a decisão é o risco aumentado de trombose, principalmente em mulheres. A nota publicada no dia 27 de dezembro de 2022 não foi levada com importância após a atenção estar toda na posse de Lula e na invasão da Praça dos Três Poderes. 

O documento informa que “do total de 40 casos prováveis e confirmados de Síndrome de Trombose com Trombocitopenia distribuídos por dose de vacina para covid-19, notificados no e-SUS Notifica Brasil (excluindo-se São Paulo), 34 foram atribuídos à vacina da AstraZeneca”.  

Anteriormente, estudos indicaram que o imunizante estava associado à formação de coágulos em alguns pacientes, principalmente mais jovens. Em alguns países da Europa, a vacina deixou de ser utilizada em menores de 30 anos. 

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A maioria dos casos aconteceu cerca de duas semanas após a vacinação. Até janeiro de 2022, a vacina já tinha sido usada em cerca de 115,6 milhões de pessoas no país.  

 

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“O Brasil tem, dentro do seu programa nacional de imunização, um sistema de farmacovigilância que é justamente feito para avaliar os eventos adversos associados às diversas vacinas. Através desse monitoramento, foi identificado um aumento de risco, eventualmente para trombose, principalmente em pessoas jovens, abaixo de 40 anos e mulheres”, explicou o infectologista Julio Croda, especialista da Fiocruz, professor da UFMS (Universidade Federal do Mato Grosso do Sul) e da Faculdade de Saúde Pública de Yale, nos EUA. 

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Os profissionais da saúde ainda destacam que as pessoas que tomaram a vacina nos primeiros anos da epidemia não devem se preocupar com efeitos colaterais tardios, já que quaisquer problemas acontecem nos primeiros 14 dias após a vacinação. 

  

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Rafaela Viveiros
Rafaela Viveiros
Formada em Jornalismo pela Universidade Paulista (Unip). Jornalista do Grupo EP, repórter do Tudo EP, está no portal desde 2021 e possui experiências com produção de matérias para os portais, edição de vídeos, imagens e criação de conteúdo para as redes sociais.

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