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Qual é o pior hospital do Brasil?

Eleito como pior do país pelo Conselho Federal de Medicina, hospital viralizou nas redes sociais após reportagem do “Domingo Espetacular”

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No último domingo (14), repercutiu nas redes sociais a situação de um hospital que é considerado pelo CFM (Conselho Federal de Medicina) como o pior do país. A unidade de saúde virou assunto após a exibição da “Reportagem da Semana” do “Domingo Espetacular” (TV Record).

Qual é o pior hospital do Brasil?

O Hospital Estadual João Paulo II, localizado em Porto Velho (RO), é considerado o pior hospital do país pelo CFM desde 2011.

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Na reportagem, pacientes relataram dificuldades que vão desde a falta de medicamentos básicos até a superlotação das enfermarias, onde camas são improvisadas nos corredores. Um dos entrevistados, um senhor que esperava atendimento, se referiu ao hospital João Paulo II como “caótico e desumano”.

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Sob condição de anonimato, médicos e enfermeiros também relataram problemas como sobrecarga de trabalho e falta de recursos que possibilitem o devido atendimento aos pacientes.

A matéria também exibiu imagens da unidade, onde é possível observar precariedades como infiltrações, equipamentos sucateados e mofo. Por sua vez, os repórteres do programa definiram a situação no hospital como um “caos” e destacaram a necessidade de intervenções.

Outro lado

Ao Tudo EP, a Secom (Secretaria de Estado de Comunicação) se posicionou:

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“A Sesau vem a público esclarecer que o João Paulo II é um hospital que mesmo com suas deficiências têm cumprido com a sua missão, que é atender toda demanda de urgência e emergência, além daquelas solicitadas todos os dias. Trata-se de uma unidade construída há mais de 30 anos e que mesmo assim tem realizado em média 30 cirurgias diariamente. A demanda desta unidade de saúde é altíssima, recebendo pacientes dos 52 municípios de Rondônia. O Governo tem feito sua parte, contratando leitos clínicos em hospitais particulares, está reformando e construindo hospitais no interior e acompanhando e fiscalizando o Consórcio Vigor Turé para agilizar as obras referentes ao novo Hospital de Urgência e Emergência, que ainda não regularizou sua situação junto à prefeitura de Porto Velho.

A fim de ampliar o atendimento, o Governo de Rondônia ainda comprou um hospital de retaguarda que possui 117 leitos e centro cirúrgico para agilizar o atendimento à população. A saúde pública de Rondônia tem suas deficiências porque nunca fechou as portas para ninguém. Atendemos pacientes da Bolívia, comunidades de povos originários, além de toda população ribeirinha e quilombola, bem como moradores dos 52 municípios de Rondônia, moradores do Amazonas e Acre, que são transferidos para Porto Velho todos os dias.
A Sesau faz monitoramento diário em torno das ocupações das unidades de saúde e conta com a ajuda dos demais órgãos de Governo.

A título de comparação, as ações realizadas pelo Detran e Polícia Militar, por exemplo, reduzem em muito o volume da demanda nos finais de semana. Isso significa que todo acidente de trânsito com vítima, registrado em Porto Velho (e em alguns casos em municípios de Rondônia e regiões vizinhas) acaba no hospital João Paulo II, que é a porta de entrada de urgência e emergência da rede pública de saúde.

É imprescindível compreender que a rede pública de saúde sempre possuiu uma demanda muito alta, e que a gestão atua a fim de organizar e regularizar esse fluxo de modo que todos sejam atendidos no menor espaço de tempo. A Secretaria de Saúde está executando o projeto Compartilhando Saúde, que é uma das ferramentas adotadas para coordenar a demanda. Por meio deste único programa já foram realizadas mais de 7 mil cirurgias em parceria com 21 municípios de Rondônia.

A saúde pública de todo país possui, ainda, prejuízos e demanda represada do período relacionado à pandemia causada pelo Coronavírus. As cirurgias eletivas e diversas ações de saúde precisaram ser suspensas e a situação de emergência atrasou o cronograma de todo trabalho relacionado à saúde pública no país e no mundo. Ainda em tempo, é importante destacar que o Governo nunca se escondeu de suas obrigações e trata seus assuntos e demandas com a transparência necessária para se construir políticas públicas eficientes e humanizadas”

se posicionou a Secom.

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Larissa de Morais
Larissa de Morais
Formada pela Universidade São Francisco, é repórter no acidade on | EPTV Campinas. No Tudo EP, site de entretenimento da EPTV, foi repórter, assistente de mídias digitais e estagiária de jornalismo. Com passagem por sites de entretenimento e jornalismo independente, tem experiência em redação de material jornalístico para editorias de diferentes segmentos de hard e soft news e em produção de conteúdo para a internet.

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