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Unha encravada: veja quando procurar atendimento médico para solução definitiva

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O incômodo no canto do dedo pode até parecer algo simples no começo, mas, quando a unha encrava de forma recorrente, o desconforto deixa de ser pontual e passa a afetar a rotina. Se os episódios inflamatórios se tornam frequentes e a dor não dá trégua, é fundamental buscar avaliação especializada e considerar alternativas além dos cuidados básicos para evitar complicações.

Segundo a Dra. Larissa Wood Fraga, membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia e dermatologista no Instituto Fraga de Dermatologia, é importante observar a frequência dos episódios. “A unha encravada passa a demandar uma abordagem definitiva quando há recorrência dos quadros inflamatórios, dor persistente, episódios infecciosos de repetição ou falha das medidas conservadoras, como corte adequado e controle local da inflamação”, explica.

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Riscos de ignorar a unha encravada recorrente

Ignorar uma unha encravada recorrente pode trazer consequências além do desconforto. A repetição das inflamações pode levar à dor crônica e até limitar atividades simples do dia a dia. “A recorrência pode levar à dor crônica, limitação para caminhar ou praticar atividades físicas, além de infecções locais repetidas. Em pacientes com diabetes ou problemas circulatórios, o risco de complicações infecciosas é ainda maior”, alerta a médica.

Médica usando touca, máscara e uniforme branco realizando procedimento em unha de paciente
Em casos em que a unha encravada é recorrente, a cirurgia pode ser indicada (Imagem: Javidestock | Shutterstock)

Quando a cirurgia é indicada?

Nos casos em que o quadro de unha encravada é recorrente, a cantoplastia pode ser a solução definitiva. O procedimento é indicado principalmente quando há falha dos tratamentos conservadores, deformidades da lâmina ungueal ou histórico de infecções repetidas.

“A cantoplastia é uma cirurgia realizada para remover de forma definitiva a porção lateral da unha responsável pelo encravamento. É considerada simples e minimamente invasiva porque é feita com anestesia local, sem cortes extensos e com rápida recuperação”, detalha a Dra. Larissa Wood Fraga.

Como é realizada a cantoplastia

Realizada em consultório e com anestesia local, a cirurgia dura, em média, de 20 a 30 minutos. “É feita a retirada do canto da unha, seguida da destruição química ou elétrica da matriz ungueal correspondente para prevenir recidiva”, explica a dermatologista.

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A recuperação costuma ser rápida. O paciente geralmente pode retomar atividades leves em poucos dias. Exercícios físicos mais intensos costumam ser liberados após duas a três semanas, dependendo da cicatrização.

Quando a técnica é bem executada e a matriz responsável pelo crescimento da unha é tratada adequadamente, o risco de recorrência é baixo. “A cantoplastia promove melhora expressiva da qualidade de vida, com alívio definitivo da dor, redução do risco de infecções e melhora da mobilidade, permitindo maior conforto ao caminhar e ao usar calçados”, conclui a Dra. Larissa Wood Fraga.

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Por Gabriela Andrade

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