Em funcionamento desde março, o programa Crédito do Trabalhador já registrou R$ 8 bilhões em empréstimos, segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego nesta última quarta-feira (23). A partir desta sexta-feira (25), o programa federal passa por novas atualizações que devem gerar ainda mais empréstimos. Veja o que muda:
Quais as mudanças do Crédito do Trabalhador?
A partir desta sexta-feira (25) os bancos estarão autorizados a oferecer o Crédito do Trabalhador diretamente em seus aplicativos. Segundo a Febraban (Federação Brasileira dos Bancos), essa nova fase deverá ampliar a quantidade de contratos a serem fechados.
Até a última quinta-feira (24), as simulações e contratos eram feitos unicamente pelo aplicativo da Carteira de Trabalho Digital.
Além de fazer simulações e contratos diretamente no aplicativo dos bancos, os trabalhadores também poderão fazer a troca de dívida, no caso de ter um Crédito Direto ao Consumidor ou outro consignado com parcelas ainda a vencer.
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Como funciona o empréstimo consignado para CLT?
A medida abrange empregados da iniciativa privada com carteira assinada, incluindo empregados domésticos, trabalhadores rurais e contratados por microempreendedores individuais.Veja abaixo como funciona o empréstimo consignado para trabalhadores CLT:
- Desconto em Folha: As parcelas do empréstimo são descontadas do salário, o que garante que o banco faça um pagamento mais seguro e abaixe as taxas de juros existentes;
- Acesso ao Crédito: Para solicitar, o trabalhador deve manifestar interesse e habilitar o crédito, permitindo que instituições financeiras acessem seus dados;
- Uso do FGTS: Em alguns casos, é possível usar parte do FGTS como garantia para facilitar a aprovação do crédito;
Quantas pessoas já pegaram empréstimo?
Segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego, o valor médio de cada contrato é de R$ 5.502 e o prazo médio de pagamento é de 16 meses. São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná são os cinco estados com mais contratações.
Ainda segundo o ministério, a maior parte dos contratos, 476.322, ou 32,4% do total, foram solicitados por pessoas que ganham de dois a quatro salários mínimos (de R$ 3.306 a R$ 6.072). O programa já fechou 1.470.150 contratos, para 1.439.056 pessoas.
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