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Justiça do EUA decide sobre acusação de pornografia infantil movida pelo 'Bebê Nirvana'

Spencer Elden, capa do álbum Nevermind, entrou com um processo contra o Nirvana por exploração sexual

| ACidade ON -

 

Capa do álbum "Nevermind" (Foto: Divulgação)

O Tribunal Distrital da Califórnia indeferiu o processo movido por Spencer Elden contra a banda Nirvana por exploração sexual e pornografia infantil.  

O rapaz, de 30 anos, alega ter sofrido vários "danos ao longo da vida" por estampar a capa do álbum "Nevermind" com seu corpo nu quando era bebê. 

De acordo com o jornal The Guardian, com informações do site HugoGloss, a decisão foi dada pela Justiça dos Estados Unidos nesta segunda-feira (3). 

PROCESSO 

Spencer deu entrada no processo em agosto do ano passado, declarando que as fotos feitas para o álbum do Nirvana foram usadas sem o consentimento de seus pais e dele, que tinha apenas 4 meses de idade na época.  

Os advogados ainda afirmam que a imagem faz com que Elden se assemelhasse a "um trabalhador do sexo - agarrando-se por uma nota de um dólar".

Segundo a publicação, o processo conta com 15 réus, incluindo membros da banda, Courtney Love, viúva de Kurt Cobain,, e a gravadora que lançou e distribuiu o disco nas últimas três décadas. O álbum foi lançado em 1991. 

Spencer pedia uma indenização de US$ 150 mil (cerca de R$ 787 mil) de cada uma das partes.

DEFESA 

Os advogados do Nirvana alegaram que Spencer "passou três décadas lucrando com sua fama de bebê Nirvana e somente agora mostrou objeções à foto". 

A defesa do grupo também usou como argumento o fato de que Elden reencenou o registro diversas vezes já maior de idade e possui até o nome do álbum tatuado no peito. 

Os advogados pontuaram ainda que se as acusações fossem julgadas verdadeiras, todos aqueles que possuem o disco ou a foto de capa de Nervemind também deveriam ser considerados culpados por posse de pornografia infantil.

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