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Mais que um estádio, a casa afeana!

Conheça a história da Arena da Fonte Luminosa

Ter um lugar para chamar de seu é o desejo de muitos brasileiros. No caso de um clube de futebol, existem gigantes que ainda não alcançaram tal feito. Na Ferroviária, a história foi diferente e desde cedo. Isso porque, logo em seu segundo ano de existência e no sexto jogo oficial, a Locomotiva Grená, como é conhecida, inaugurava o estádio Doutor Adhemar Pereira de Barros.

O local, que teve a partida inicial contra o Vasco da Gama, no dia 10 de junho de 1951, foi palco de grandes partidas na história da equipe. A Fonte Luminosa, como foi batizada posteriormente passou por duas reformulações, em 1970 e a mais significativa em 2008. A reabertura, em 22 de outubro de 2009, contra o Ituano registrou o maior público do estádio – foram 20.950 torcedores, segundo dados da Ferroviária, rebatizado como Arena da Fonte. Neste período, o estádio deixa de pertencer ao clube e passa a ser administrado pela Prefeitura Municipal de Araraquara.

Reconstruído nos padrões estabelecidos pela Fifa, o local mantém os dois “ferrões” originais – atrás dos gols -, e possui uma parcela significativa de suas cadeiras cobertas. Locais como as cadeiras cativas e a lateral direita do portão principal, popularmente conhecida como “Boca do Lixo” deram espaço a arquibancadas e cadeiras. À época, o estádio era considerado o mais moderno estádio do interior paulista com sistema de irrigação e drenagem de última geração, além de restaurante panorâmico para eventos. A capacidade da “casa afeana” é de 20.281 torcedores. O lateral esquerdo Fernando Luiz marcou o primeiro gol na nova Arena Multiuso. De lá para cá, o maior artilheiro da Fonte Luminosa se tornou o meio campista Alan Mineiro, com 15 gols anotados, dois a mais que Daniel, que fez 12.

Até o fim de 2018, foram 206 jogos profissionais disputados no templo afeano do futebol. A Ferroviária é o time que mais vezes pisou no gramado, pois somente 31 partidas não contaram com os afeanos em campo. Palmeiras e Corinthians foram os grandes clubes paulistas que mais atuaram na Arena da Fonte. O maior goleador da história da Locomotiva também está eternizado no estádio, com um busto no portão de entrada principal. Olivério Bazzani Filho, o Bazani foi o maior artilheiro da equipe, com 244 gols. Ao todo, o Rabi, como era conhecido, vestiu o manto grená 758 vezes, entre os anos de 1954 a 1976.

Em 2019, o estádio será a casa da Ferroviária nas disputas da elite do Campeonato Paulista e também da Série D. O atual Campeão Brasileiro Palmeiras, será uma das equipes a visitar o local para duelo com a Locomotiva.

Ficha técnica do estádio
Nome: Doutor Adhemar Pereira de Barros (Fonte Luminosa)
Endereço: Praça Scalamandré Sobrinho, s/nº – Vila Ferroviária Araraquara-SP
Inauguração:10/06/1951 (Ferroviária 0 x 5 Vasco da Gama/RJ)
Inauguração Arena da Fonte: 22/10/2009 (Ferroviária 2 x 1 Ituano)
Capacidade: 20.281 pessoas
Primeiro Gol: Friaça (Vasco da Gama/RJ)
Primeiro Gol Arena: Fernando Luís (Ferroviária)
Recorde de público: 20.950 pessoas (Ferroviária 2 x 1 Ituano – 22/10/2009 – Copa Paulista de Futebol)
Dimensões do gramado:110m x 75m
Jogos*: 178
Vitórias*: 93
Empates*: 43
Derrotas*: 42
Gols marcados*: 285
Gols sofridos*: 183
Saldo de gols*: 102
Maior artilheiro*: Alan Mineiro, 15 gols
2º maior artilheiro*: Daniel Costa, 12 gols *Números da Ferroviária após reinauguração da Arena, em 2009. Outros 31 jogos, de outros times, foram realizados no local.

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