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TSE alerta para notícias falsas sobre a urna eletrônica

Fake News são as mesmas espalhadas na eleição de 2018; Justiça Eleitoral garante a segurança da urna eletrônica

| ACidadeON/Ribeirao


Justiça Eleitoral combate fake news sobre urnas e eleições (Foto: Divulgação/TSE)

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) publicou um alerta sobre notícias falsas envolvendo a urna eletrônica e as eleições 2020

"A Coalizão para Checagem e o Comitê Estratégico identificaram duas notícias falsas sobre urnas eletrônicas, publicadas em 2018, que voltaram a circular em redes sociais nos últimos dias", informou o TSE.

Uma delas, que circula no WhatsApp, diz que o TSE recusou consultoria do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e do Instituto Militar de Engenharia (IME) para desenvolver um modelo de urna com impressão do voto. Um vídeo foi elaborado com essas informações.

Na nota de esclarecimento publicada em 2018, o TSE já havia afirmado que se trata de uma informação falsa. Tanto o Exército quanto a Marinha e a Aeronáutica - bem como o próprio TSE - negaram a existência da proposta de consultoria.

Outra notícia falsa que está circulando novamente no Facebook se baseia em um depoimento dado em 2018 por um professor de Ciência da Computação da Universidade de Brasília (UnB), durante audiência no Congresso, que fez críticas à contratação de impressoras para as urnas eletrônicas, quando ainda vigente a lei que estabeleceu o voto impresso, que foi posteriormente considerada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal.

O professor argumentou que o edital de compra das impressoras era "uma afronta à soberania nacional", pois a vencedora da licitação era supostamente uma empresa comandada por "três venezuelanos e um português", e o resultado do edital teria sido a alegada entrega dos códigos da urna a essa empresa, o que geraria votos falsos em eleições futuras.

Em nota de esclarecimento publicada em 2018, o TSE já havia informado que a notícia era falsa. O TSE realizou, em 2017, uma licitação para aquisição de módulos impressores para as urnas. A empresa inicialmente vencedora, que havia sido fundada por dois venezuelanos e tinha sede nos EUA, foi eliminada da disputa, pois os módulos impressores apresentados não atenderam as exigências do TSE. Além disso, em nenhum momento, a referida empresa teve acesso a quaisquer códigos da urna. 
 
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