Dia Mundial da Luta Contra a Aids propõe uma reflexão sobre estigma Dia Mundial da Luta Contra a Aids propõe uma reflexão sobre estigma

Dia Mundial da Luta Contra a Aids propõe uma reflexão sobre estigma

'Esse olhar negativo enfraquece o emocional das pessoas acometidas pela doença', comenta infectologista

O Dia Internacional de Luta contra a Aids propõe reflexão sobre estigma e preconceito (Divulgação)


Em 1981, a Aids foi reconhecida como doença pela Organização Mundial de Saúde. Dessa data até os dias atuais, a ciência fez diversos avanços para o enfretamento da mesma, com novos tratamentos e rotinas, visando sempre proporcionar uma melhor qualidade de vida aos pacientes acometidos. 

Neste Dia Mundial de Luta Contra a AidS (01), a infectologista da Unimed Araraquara Estela Maura Cirino Catellani disserta que um panorama ainda se mantém da mesma maneira: o preconceito e o estigma de algumas pessoas em relação aos portadores da enfermidade. 

'Você não pega pelo beijo, não pega pelo convívio diário e não pega nem mesmo por relação sexual, desde que a mesma seja feita com uso de preservativo. Também é de suma importância o acompanhamento médico freqüente por conta de quem tem essa doença', comenta. 

De maneira geral, esse olhar negativo, bem como a falta de apoio de amigos e familiares, enfraquecem o emocional das pessoas.  

'Algumas, inclusive, perdem a vontade de se cuidar, de trabalhar, de viver. A informação fortalece as amizades, o convívio e o amor. Tudo isso enriquece a vida de todos', completa. 

Causada pela infecção do Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV é a sigla em inglês), a Aids ataca o sistema imunológico, responsável por defender o organismo de doenças. 'Saber precocemente é fundamental para aumentar ainda mais a sobrevida ao ser humano', finaliza a especialista.


Amanda Rocha

Amanda Rocha é formada em jornalismo e atua na imprensa do interior paulista desde 2010. Fotojornalista, filmmaker e repórter de matérias do cotidiano, cultura e causas sociais. Nascida em Bauru, está radicada em Araraquara há sete anos, integra a equipe do acidadeon Araraquara desde 2016. Gosta de contar histórias através de imagens e textos. Publicou dois livros de fotografia: “A imagem no museu do sonho – uma visão imaginária de Sandman” (2014) e “Imagens em Jogo” (2017). É compositora e guitarrista na banda La Burca, tem três discos lançados de forma independente. + info

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