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SaúdeCoronavírusBaixa temperatura pode agravar problemas respiratórios

Baixa temperatura pode agravar problemas respiratórios

Ficar em ambientes fechados no frio aumenta chances de transmissão de doenças respiratórias, como a covid-19

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A frente fria aumenta o medo por contaminação da covid -19 (Foto: Divulgação)

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A frente fria que chegou em Araraquara nessa semana fez com que as temperaturas caíssem bastante na cidade. Com o frio vem a gripe, e assim o medo de aumentar a contaminação do coronavírus. 

Isso porque muitas pessoas relacionam o frio com as doenças virais. Mas não há estudos indicando que a temperatura mais baixa seja propícia para o vírus.  

Porém uma condição climática desfavorável pode agravar problemas respiratórios. 

No caso da covid-19, não é temperatura mais importante nessa equação, mas o comportamento das pessoas.
Nestes períodos do ano a combinação de temperatura mais baixa com o ar mais seco somado ao fato de que as pessoas ficam mais em ambientes fechados, tem como resultado a proliferação de vírus respiratórios aumentando as chances de transmissão. 

A infectologista Anna Christina Tojal da Silva comenta que ambientes fechados aumentam mais as chances de transmissão no inverno. 

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“Na realidade tem o risco de maior transmissão mas não é nem pela resistência do vírus, porque as pessoas acabam ficando em ambientes mais fechados devido ao frio, e tem o risco da gripe também, da influenza. A gente lembra que no ano passado no mesmo período, estava mais quente e transmissão foi muito alta”, aponta. 

Independente do clima, a prevenção é o melhor caminho para minimizar os riscos de contágio, tanto do coronavírus quanto da gripe e de outras doenças respiratórias. 

No inverno pode ter um aumento de contaminado, mas não é por conta do frio. Lembrando que é importante continuar com as medidas de seguranças enquanto a população é vacinada. 

“Há possibilidade de ter um aumento de casos agora, o que a gente espera é que as pessoas não aglomerem e não deixem de utilizar máscaras e que o maior número de pessoas sejam vacinadas mais rapidamente para poder conter essa transmissão. A gente sabe que as pessoas vacinadas podem se infectar mas elas transmitem menos e adoecem menos. Não é porque está vacinado é que vamos voltar a vida normal”, conclui a infectologista.

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