A Polícia Civil de Campinas ainda não tem suspeitos do assassinato do empresário Cristiano Viana, de 45 anos, asfixiado no último dia 24 em um escritório de advocacia no Bosque. A situação foi admitida pelo delegado titular da DHPP (Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa), Rui Pegolo, que definiu o caso como “difícil” e “complexo” em mensagem à CBN Campinas.
Até o momento, além de indícios concretos sobre a autoria, também não há uma linha provável para o crime, que completa uma semana nesta sexta-feira (3). Diversas pessoas foram ouvidas pelos investigadores. Entre elas, um ex-sócio, funcionárias e também familiares da vítima. Em nota, a SSP (Secretaria de Segurança Pública de São Paulo), confirma que as oitivas foram realizadas.
“O caso é investigado por meio de inquérito policial instaurado pelo Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa da Deic (Divisão de Investigações Criminais) de Campinas. A autoridade policial realiza a oitiva de testemunhas e trabalha para esclarecer a autoria do crime”, afirma o texto.
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O CASO
Segundo a PM (Polícia Militar), o crime foi cometido por uma dupla, que chegou de moto e parou em frente ao imóvel, na Rua Pedro Álvares Cabral, no Bosque. Eles aproveitaram que duas funcionárias entravam no local e invadiram o escritório. Em seguida, mandaram que elas entrassem em um dos cômodos, fizeram ameaças ordenaram que um pagamento fosse feito através do Pix.
A princípio, a informação era de que seria um latrocínio (roubo seguido de morte), mas a PM alegou que os criminosos pareciam ter Cristiano como alvo certo. De acordo com a SSP, ele foi morto por estrangulamento. Depois do assassinato, os suspeitos roubaram alguns objetos antes de fugirem.
O sócio de Viana disse que ele andava armado porque sofria ameaças, mas alegou que ele estava sem o revólver no dia do crime. O empresário era casado e pai de um filho. O corpo foi sepultado no Cemitério das Palmeiras, em Paulínia.
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