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CotidianoMinistra da Saúde anuncia em Campinas aumento de verba para HC da Unicamp

Ministra da Saúde anuncia em Campinas aumento de verba para HC da Unicamp

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Com informações de Tote Nunes/Unicamp

A ministra da Saúde, Nísia Trindade, esteve nesta sexta-feira (27), em Campinas, e anunciou o aumento do teto financeiro para procedimentos de média e alta complexidade realizados no HC (Hospital de Clínicas) da Unicamp por meio do SUS (Sistema Único de Saúde).


O reajuste, que não ocorria desde 2012, é resultado de uma proposta apresentada pelo Hospital de Clínicas ao Ministério da Saúde, com a intenção de ampliar o atendimento em todas as áreas de cuidados para pacientes oncológicos. No total, o incremento financeiro representa um montante de R$ 67,8 milhões por ano. Esse valor será distribuído em parcelas mensais de aproximadamente R$ 5,6 milhões.


“Essa ação do Ministério da Saúde, de incrementar o teto de média e alta complexidade no HC da Unicamp, é uma ação necessária para que o hospital possa cumprir seu papel, como centro de referência dedicado ao Sistema Único de Saúde”, afirmou a ministra, que está na Unicamp para o 47º encontro anual da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais (Anpocs) – que começou na quarta-feira (25) e terminou nesta sexta-feira.


Trindade disse ainda que ações como essa são, na verdade, “uma inciativa para recuperar o tempo perdido. E tempo perdido na saúde é risco, como já estamos vendo por aí, com um aumento nos índices de adoecimento, das filas para cirurgia, dos tratamentos oncológicos”, afirmou.


Tratativas


A superintendente do HC, Elaine Cristina de Ataíde, afirmou que já há alguns meses, iniciou tratativas junto ao Ministério da Saúde para aumentar o valor do teto e fez então uma proposta oferecendo ampliar o número de atendimentos para os pacientes oncológicos.


De acordo com Ataíde, antes de chegar ao ministério, a proposta teve de ser aprovada pela Secretaria Estadual de Saúde. “O HC solicitou [o aumento] não porque extrapolou o teto ou por conta de algum déficit. Esse é um aumento para atender a uma demanda da sociedade, para atender a um aumento represado, principalmente na área de oncologia”, explicou a superintendente do HC.

“Depois da pandemia, o número [de casos de oncologia] cresceu muito, inclusive com mais pacientes com maior gravidade. E nós oferecemos essa linha de cuidados: diagnóstico e acompanhamento”, acrescentou.

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Luciana Félix
Luciana Félixhttps://www.acidadeon.com/campinas/
Supervisora de conteúdo do ACidade ON e do Tudo EP. Entrou no Grupo EP em 2017 como repórter do ACidade ON Campinas, onde também foi editora da praça. Antes atuou como repórter e editora do jornal Correio Popular e do site do Grupo RAC. Também atuou como repórter da Revista Veja, em São Paulo.
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