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CotidianoPreço de roupas sobe 10,69% no 1º semestre de 2022, na RMC

Preço de roupas sobe 10,69% no 1º semestre de 2022, na RMC

Sindicato de empresas do segmento aponta custos do algodão, problemas com matéria-prima da China e aumento de despesas como causa para alta

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Preço de roupas sobe 10,69% no 1º semestre de 2022, na RMC (Foto: Reprodução/EPTV)
Preço de roupas sobe 10,69% no 1º semestre de 2022, na RMC (Foto: Reprodução/EPTV)

O preço das roupas apresentou alta de 10,69% no primeiro semestre de 2022, em cidades da RMC (Região Metropolitana de Campinas).
 
De acordo com o Sinditec (Sindicato das Indústrias de Tecelagem, Fiação, Linhas, Tinturaria, Estamparia e Beneficiamento de Fios e Tecidos de Americana, Nova Odessa, Santa Bárbara dOeste e Sumaré), os custos do algodão, problemas com a entrega de matéria-prima da China e aumento nas despesas foram responsáveis pelo aumento.

“Algodão é muito importante, tem um consumo grande. Mas também temos sintéticos, que basicamente são produzidos na China e Índia, tudo importado. E com o dólar na cotação que está. Além disso, a energia elétrica é um grande insumo, e vem subindo, aumentando os custos de produção fortemente”, afirma Leonardo José Sant’Ana, presidente do Sinditec. 
 
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Entre os principais desafios enfrentados pelo setor estão o crescimento expressivo do algodão e a dificuldade na importação de insumos da China, que ainda sofre com as restrições do lockdown em algumas regiões, devido à pandemia da covid-19.

REFLEXOS NOS PRODUTOS

Em 2022, o valor médio do algodão subiu 39%, na comparação com o preço médio do ano passado. No caso da fibra de algodão, a alta chega a 70%. Confira o aumento nos produtos do setor têxtil na região:

– Calça feminina: 15,95%

– Vestido: 15,65%

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– Calça infantil: 14,10%

– Blusa feminina: 10,52%

– Camisa/camiseta masculina: 10,48%

– Calça masculina: 9,93%

– Roupa masculina: 9,85%

– Roupa de cama: 9,22%

– Lingerie: 9,14%

– Camiseta infantil: 8,65%

INFLAÇÃO MUNDIAL

De acordo com o advogado tributarista Nicholas Coppi, os impactos foram sentidos em diferentes empresas do setor, tanto as confecções mais populares quanto as que produzem peças para roupas de grife.

Os efeitos dessa mudança ainda provocam reflexos na geração de empregos e investimentos no setor.

“A pandemia impactou muito na inflação mundial, e especificamente o setor têxtil sofreu muito com a paralisação da produção do algodão e dos principais insumos para a indústria na China”, comenta.
 
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