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Ribeirão libera retorno de alguns cursos do ensino superior

Retomada das atividades presenciais foi regulamentada por meio de decreto, no Diário Oficial desta sexta-feira

| ACidadeON/Ribeirao

Decreto especificou protocolos para retomada das atividades presenciais no ensino superior (Foto: reprodução/Pixabay)
 
As aulas práticas presenciais do ensino superior e profissional também foram regulamentadas pela Prefeitura de Ribeirão Preto, nesta sexta-feira (11). De acordo com o decreto, as salas de aula poderão funcionar com a presença de até 40% no número de alunos matriculados.  

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Algumas instituições de ensino superior já haviam retomado as atividades em agosto, contudo, necessitavam seguir uma regulamentação imposta pelo governo estadual.  

De acordo com o decreto, está autorizada a retomada das atividades práticas e laboratoriais presenciais nos cursos de medicina, farmácia, enfermagem, fisioterapia, psicologia e odontologia, além das atividades de internato e estágio curricular obrigatório.  

Conforme a publicação, deverá ser priorizado o retorno de estudantes com previsão de conclusão do curso em 2020. Contudo, as instituições de ensino superior deverão seguir protocolo específico para retomada das atividades (veja abaixo).  

Cursos de qualificação e livres
 
O decreto também permite a volta das atividades presenciais de cursos de qualificação, treinamento ou livres, desde que atendidas as restrições de capacidade e horário estabelecidos para o setor de serviços, como a limitação de atendimento de 40% do espaço e distanciamento de 1,5 metro entre os presentes.  

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O protocolo  

O protocolo terá vigência a partir do dia 14 de setembro e, entre outros, obriga:  

- Controle de acesso, hora marcada e assentos marcados;
- Assentos e filas respeitando distanciamento mínimo;
- Ocupação máxima limitada a 40% da capacidade do local;
- Proibição de atividades com público em pé;
- Manter a distância mínima entre pessoas de 1,5 metro em todos os ambientes, internos e externos;
- Demarcação de áreas de fluxo;
respeitando o distanciamento mínimo;
- Utilização de barreiras físicas ou EPI específico de proteção entre pessoas, no formato de divisórias transparentes ou protetores faciais, sempre que a distância mínima entre pessoas não puder ser mantida;
- Exigir o uso de máscaras ou protetores faciais em todos os ambientes de trabalho por funcionários e clientes
- Sempre que possível, manter as portas e janelas abertas, evitando o toque nas maçanetas e fechaduras.  
 
Além desses itens, também foram estabelecidos critérios de higienização dos ambientes.

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