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Avaliada em R$ 55 milhões, fábrica da Nilza vai a leilão em Ribeirão

Interessados em participar do certame devem entregar propostas até o dia 14 de abril, na 4ª Vara Cível de Ribeirão Preto

| ACidadeON/Ribeirao

Sede da fabrica de laticínios Nilza em Ribeirão Preto vai ao quarto leilão (Lucas Mamede / Arquivo A Cidade)
 
Foi marcado mais um leilão das plantas industriais e equipamentos da massa falida da Indústria de Alimentos Nilza, em Ribeirão Preto. A entrega das propostas para participar do novo certame está marcada para o próximo mês de abril. Esse é o quarto leilão ordenado pela Justiça, e os bens envolvidos são avaliados em mais de R$ 75 milhões.  

Além da planta de Ribeirão Preto, também estão à venda a unidade e os equipamentos que restaram da unidade de Itamonte, em Minas Gerais. Serão três lotes a disposição, sendo dois referentes a planta e o maquinário de Ribeirão Preto, avaliados em cerca de R$ 55 milhões, e o outro lote da unidade mineira, avaliada em aproximadamente de R$ 20,5 milhões. Os lances mínimos devem representar ao menos 50% do valor avaliado.  

Os interessados na aquisição dos bens deverão fazer propostas de compra em envelopes lacrados, que deverão ser entregues até o dia 11 de abril de 2019, no Cartório da 4ª Vara Cível de Ribeirão Preto. As propostas serão abertas pelo juiz Heber Mendes Batista, no dia 17 de maio de 2019, às 14h.  

No momento da revelação das ofertas, os participantes do certame poderão aumentar os lances. "Estamos em uma fase nova. Entendemos que a tendência é melhorar essa proposta, porque hoje o pessoal está investindo mais, então acredito que dessa vez, eu acho que vende", explica o advogado Alexandre Borges Leite, administrador da massa falida da Indústria de Alimentos Nilza.  

Outro leilão, cuja previsão de abertura de abertura das propostas estava prevista para esta sexta-feira (15), foi impugnado pela Justiça, que acatou o recurso de um dos credores da empresa e, por isso, foi suspenso. A empresa de laticínios teve a falência decretada em outubro de 2012 e acumula dívidas estimadas em R$ 700 milhões.  

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