15 de julho de 2024
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Cibersegurança Itshow

Meu Dinheiro Sumiu e Agora? Como Proteger Seu Patrimônio em Caso de Instabilidade Cibernética

Na era digital atual, onde as ameaças cibernéticas evoluem rapidamente, é fundamental implementar estratégias robustas de segurança para proteger nossos patrimônios. Como líder da Dome Construtora e Incorporadora, eu reconheço a necessidade de adaptar nossas práticas de segurança para enfrentar esses desafios contemporâneos. Desde o início do conflito entre Rússia e Ucrânia, uma nova realidade […]

Foto: Inteligência Artificial

Na era digital atual, onde as ameaças cibernéticas evoluem rapidamente, é fundamental implementar estratégias robustas de segurança para proteger nossos patrimônios. Como líder da Dome Construtora e Incorporadora, eu reconheço a necessidade de adaptar nossas práticas de segurança para enfrentar esses desafios contemporâneos.

Desde o início do conflito entre Rússia e Ucrânia, uma nova realidade financeira despontou, forçando nações inteiras a enfrentarem o bloqueio de acessos a contas bancárias, um prelúdio sombrio para o que poderia ser uma era de guerras não apenas territoriais, mas digitais. A divulgação pela China de uma unidade militar dedicada exclusivamente à guerra cibernética apenas reforça a urgência de uma discussão profunda sobre a segurança digital global.

A formação de esquadrões cibernéticos na China é uma resposta às crescentes guerras cibernéticas, onde o país busca não apenas proteger sua infraestrutura nacional, mas também desenvolver capacidades ofensivas. Esta estratégia reflete uma tendência global onde nações investem significativamente em defesa cibernética para combater e prevenir ataques cibernéticos, que podem desestabilizar economias inteiras.

Depois tivemos a guerra em Israel, e uma nova divisão de opiniões e mais insegurança, e aumento da guerra cibernética.

Guerras Cibernéticas e Proteção de Patrimônios

A Nova Frente de Batalha: Ciberespaço

Diante desses eventos, não é exagero imaginar um cenário onde, de repente, você acorda e seu saldo bancário simplesmente desapareceu. Foi o que destacou Paulo Guedes em recente entrevista ao podcast de Bruno Perini. Segundo ele, a resposta dos bancos centrais a um possível ataque cibernético não é apenas reativa; é uma corrida ao ouro e, surpreendentemente, ao bitcoin, pelas instituições privadas. O ouro continua sendo visto como um refúgio seguro em tempos de crise, enquanto o Bitcoin é percebido como uma cobertura contra a desvalorização da moeda fiduciária e as incertezas do mercado.

Mas por que ouro e bitcoin? Estes ativos representam não apenas reservas de valor, mas também uma fuga para ativos menos suscetíveis a manipulações e controles digitais. Guedes articula isso com a Lei de Gresham, explicando que, em tempos de crise, “a moeda má expulsa a boa”, incentivando o entesouramento de ativos mais seguros.

Para os indivíduos, a proteção de patrimônios passa também pela diversificação de investimentos, incluindo a aquisição de imóveis. Imóveis representam uma opção tangível e relativamente estável de investimento, que historicamente resistiu a crises econômicas e oferece proteção contra a volatilidade dos mercados financeiros e digitais.

Lei de Gresham

A Lei de Gresham, uma teoria econômica formulada no século XVI, postula que “o dinheiro ruim expulsa o bom” em qualquer economia onde ambos circulem pelo mesmo valor nominal. Essa lei é particularmente relevante no contexto moderno de criptomoedas e moedas fiduciárias. 

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Quando aplicada hoje, sugere que as moedas de menor confiança (dinheiro ruim) podem dominar a circulação enquanto as de maior confiança (dinheiro bom) são acumuladas ou guardadas como reserva de valor. Essa dinâmica é observada nas preocupações atuais sobre a volatilidade das criptomoedas e sua aceitação como meio de pagamento legítimo.

Por exemplo, em ambientes de alta inflação ou instabilidade financeira, as pessoas tendem a guardar ativos mais estáveis e seguros, enquanto utilizam ativos menos confiáveis para transações diárias. Isso destaca a importância de entender quais ativos são percebidos como “dinheiro bom” ou “dinheiro ruim” em diferentes cenários econômicos e como isso influencia as estratégias de investimento e proteção de patrimônio.

Estratégias para Mitigar Riscos

Na minha jornada, à frente da Dome Construtora e Incorporadora, aprendi que mitigar riscos não é apenas uma parte essencial da gestão de investimentos, mas também uma prática que garante a sustentabilidade e a estabilidade financeira a longo prazo. Diante dos desafios impostos pela digitalização e potenciais ameaças cibernéticas, é fundamental adotar uma abordagem multifacetada para proteger nossos ativos.

1. Diversificação de Portfólio

A diversificação continua sendo uma das estratégias mais eficazes para mitigar riscos. Incorporar uma mistura de ativos tangíveis como imóveis e ativos digitais pode proteger contra as flutuações de mercado e as vulnerabilidades específicas de cada classe de ativos. Imóveis, em particular, oferecem uma proteção robusta contra instabilidades cibernéticas, pois seu valor não depende diretamente de sistemas digitais e sua rentabilidade não é menos suscetível a ataques cibernéticos, pelo contrário, nestes momentos a rentabilidade tende a aumentar, na busca por segurança.

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2. Segurança Cibernética Fortalecida

Investir em segurança cibernética avançada é crucial. Para ativos e transações financeiras digitais,  essencial implementar medidas como autenticação de dois fatores, criptografia forte, e redes seguras para proteger contra o acesso não autorizado e possíveis violações de dados. A educação contínua sobre as melhores práticas de segurança cibernética para funcionários e parceiros também reduz o risco de erros internos e aumenta a resiliência organizacional.

3. Estratégias de Liquidez

Manter uma estratégia de liquidez adequada é vital, especialmente para garantir que você possa responder rapidamente em tempos de crise. Isso pode incluir ter acesso a linhas de crédito ou manter uma porção do portfólio em ativos líquidos que podem ser rapidamente convertidos em dinheiro sem grandes perdas.

4. Planos de Contingência

Desenvolver e manter planos de contingência detalhados para diferentes cenários de risco é outra camada importante de proteção. Isso inclui ter planos claros para a continuação dos negócios em caso de falhas tecnológicas, ataques cibernéticos ou outros desastres que possam interromper as operações normais.

5. Monitoramento Contínuo e Avaliação de Riscos

Avaliar e monitorar os riscos de forma contínua permite ajustes proativos nas estratégias de investimento e gestão de patrimônio. Isso inclui revisar regularmente a eficácia das medidas de segurança cibernética e ajustar as alocações de ativos com base nas mudanças nas condições de mercado e no cenário de riscos emergentes. Neste caso, a leitura de risco de criptomoeda é menos confiável, pois nao tem uma lógica a ser seguida.

Vantagens dos Imóveis na Planta

Entretanto, apesar da crescente popularidade de ativos digitais, a realidade é que para o investidor individual, a melhor defesa contra a indisponibilidade de capital pode ainda ser o mais tradicional dos ativos: os imóveis. A razão é simples: o valor intrínseco de uma propriedade e sua capacidade de apreciação ao longo do tempo, especialmente se situada em uma área com potencial de valorização.

Investir em imóveis na planta, por exemplo, pode ser particularmente astuto. Na compra do imóvel da planta, faz-se  um aporte inicial, digamos de 100 mil reais, em um imóvel que vale 1 milhão, a valorização calcula-se sobre o valor total do imóvel, não apenas sobre o capital investido. Isso significa que um aumento de 10% no valor na entrega do imóvel não apenas recupera o investimento inicial, mas potencialmente dobra seu valor, um retorno que poucos investimentos financeiros podem oferecer com tal segurança.

Como líder empresarial e investidor integro práticas financeiras prudentes com estratégias de segurança digital avançadas, posso assegurar que nossos patrimônios estejam protegidos contra as incertezas e os desafios do cenário digital moderno. Através dessas estratégias, não só protegemos nossos ativos contra perdas imediatas, mas também fortalecemos nossa posição a longo prazo, navegando pelas complexidades do mercado com confiança e sucesso.

Porém, quem não trabalha neste meio, ou sente insegurança nas decisões, sugiro experimentar um adviser imobiliário, um profissional corretor especialista no tipo de imóvel que procura, por exemplo em apartamento alto padrão, imóvel comercial para renda.

Artigo escrito por Denis Mitre Elias, especialista em incorporações e colunista do Itshow.

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