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Jornalismo é serviço essencial e não para em quarentena

Decreto implica o fechamento obrigatório de todo o comércio e serviços não essenciais, mas imprensa é essencial

| ACidadeON

Imprensa, informação, é considerada essencial para a população
 

A quarentena decretada pelo governador de São Paulo, João Doria (PSDB), não vai afetar diretamente o funcionamento dos meios de comunicação.  

De acordo com o governo estadual, jornais impressos, televisivos ou digitais são considerados atividades essenciais para a população. Por esse motivo, o decreto não impõe restrições à circulação de jornalistas nem à operação das Redações. 

Bancas de jornal, pelo mesmo princípio, também poderão permanecer abertas.  

Durante as entrevistas coletivas de Doria, do prefeito Bruno Covas (PSDB) e demais autoridades municiais e estaduais, o cerimonial do governo dispõe os jornalistas em área arejada do Palácio dos Bandeirantes. Além disso, a fim de evitar a aglomeração, os eventos são transmitidos online, e perguntas podem ser enviadas pela internet.  

Segundo ele, o decreto, que deve ser publicado nos próximos dias e passa a valer na terça-feira (24), implica o fechamento obrigatório de todo o comércio e serviços não essenciais lojas, bares, cafés e restaurantes devem, por exemplo. Restaurantes poderão continuar vendendo no sistema delivery. 

O governador afirma que permanecerão funcionando serviços de saúde, alimentação, abastecimento, segurança e limpeza.  

Na saúde, ficam abertos hospitais, clínicas, farmácias e clínicas odontológicas. Na área de alimentação, supermercados, padarias e açougues. No caso das padarias, Doria disse ainda que elas poderão vender os produtos (como pão), mas não alimentos preparados (refeições, por exemplo).  

Permanecem funcionando ainda transportadoras, postos de gasolina, oficinas de automóveis e motocicletas, serviços de transporte público, táxis, aplicativos de transporte, call center, lojas de pet shop e bancas de jornais. Bancos, serviços bancários, (incluindo lotéricas), também.  

A medida vai até 7 de abril, mas pode ser renovada, conforme a necessidade. Na entrevista coletiva, ele anunciou que o número de mortes pelo coronavírus no estado de São Paulo subiu para 15, 6 a mais que no último balanço. O Secretário de Estado da Saúde, José Henrique Germann Ferreira, informou que o estado contabilizava 396 casos confirmados.

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