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Balança comercial: exportações

Confira a análise no texto do professor Vicente Golfeto

| ACidadeON/Ribeirao

Vicente Golfeto, colunista do ACidade ON (Foto: Mastrangelo Reino / Arquivo A Cidade)
    Como fizemos em texto anterior, através do qual procuramos analisar comportamento da balança comercial dos municípios do nordeste paulista composto de oitenta e oito municípios na vertente das importações, hoje, neste blog, trazemos números referentes às exportações de mercadorias. No arco do tempo, comparamos as exportações de mercadorias de 2005 e as do corrente exercício de 2020, sempre no período de janeiro a outubro.
    A análise é feita, como sempre, considerando-se os oitenta e oito municípios divididos em três grupos ou blocos. São eles: os trinta e quatro municípios da região metropolitana de Ribeirão Preto, os dezenove municípios da aglomeração urbana de Franca e os demais trinta e cinco municípios. A soma dos três perfaz todos os oitenta e oito municípios da região nordeste do estado de São Paulo.
    Dos três grupos, o que mais cresceu em termos relativos foi o da região metropolitana de Ribeirão Preto, que atingiu 241,99%. A seguir aparecem o que denominamos de "demais trinta e cinco municípios" com expansão de 84,77%, superior aos 53,95% dos dezenove municípios da aglomeração urbana de Franca. 

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    Impressiona o crescimento das exportações de mercadorias feitas pelas empresas de Sertãozinho. Com seus US$ 797.765.521,00, Sertãozinho caminha célere para chegar a um número mágico de US$ 1 bilhão se mantiver o impressionante nível de expansão. Mas não se pode ignorar os números de Matão (US$ 601 milhões), Araraquara (US$ 405 milhões), Gavião Peixoto ( US$ 395 milhões) e São Carlos (US$ 372 milhões).
    Ribeirão Preto, pelo que se tem notado, a cada ano que passa menos tem presença no mercado internacional na vertente das exportações. Como se pode ver no quadro acima, perdeu 23,78% em 2020 em relação às exportações de 2005.