HC Ribeirão é definido como referência no combate da Monkeypox HC Ribeirão é definido como referência no combate da Monkeypox

HC Ribeirão é definido como referência no combate da Monkeypox

Hospital de Ribeirão Preto integra a rede de combate à varíola dos macacos, anunciada nesta quinta-feira (4)

Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto fará parte da Rede Emílio Ribas para o combate da varíola dos macacos (Foto: Renato Lopes / Especial)
 
O HC-RP (Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto) foi definido pela secretaria estadual da Saúde como hospital de referência para o tratamento da varíola dos macacos (Monkeypox). A unidade fará parte da Rede Emílio Ribas, para o combate da doença. 

A iniciativa terá a coordenação integrada das secretarias estaduais da Saúde e da Ciência, Pesquisa e Desenvolvimento em Saúde.  

O plano de enfrentamento inclui a definição de 93 hospitais estaduais e de maternidades que serão referência e darão retaguarda para os casos mais graves com necessidade de internação de pacientes e leitos de isolamento ou Unidades de Terapia Intensiva.  

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Também definidas ações para ampliação do diagnóstico, vigilância e capacitação da rede de saúde pública e privada. Além do HC-RP e do Hospital Emílio Ribas, na Capital e no Guarujá, a rede de atendimento conta com o Hospital das Clínicas de São Paulo e os hospitais gerais próprios do estado.  

A medida também prevê um protocolo especial para as gestantes. A partir do diagnóstico de Monkeypox em mulheres grávidas, que deverão ser acompanhadas pelos municípios e indicadas para o parto em unidades de saúde de alto risco.  

Todas as maternidades deste tipo no Estado serão referência para casos de varíola dos macacos em gestantes. Nesses casos, a indicação e de acompanhamento pelos municípios em pré-natal de alto risco e a indicação para o parto será de cesárea. 

Centro de controle
 
A Rede Emílio Ribas de Combate à Monkeypox ainda terá uma sala de situação, denominada 'Centro de Controle e Integração' (CCI), que é formada por 24 especialistas de diferentes instituições, entre cientistas, epidemiologistas, virologistas, infectologistas e professores universitários.  

O grupo terá a missão de assessorar as ações do Governo de São Paulo no enfrentamento do surto de Monkeypox, estudar e projetar os cenários epidemiológicos, propor medidas e identificar oportunidades para o desenvolvimento de vacinas e prospecção de tratamentos eficazes para combater a doença.  

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