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São CarlosPolíticaBolsonaro sugere apuração igual à Mega-Sena nas eleições

Bolsonaro sugere apuração igual à Mega-Sena nas eleições

O presidente voltou a criticar manifestos promovidos pela sociedade civil e empresários em defesa da justiça eleitoral e da democracia

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Presidente Jair Bolsonaro (PL) em evento da Frente Evangélica. (Foto: Isaac Nóbrega/PR)
Presidente Jair Bolsonaro (PL) em evento da Frente Evangélica. (Foto: Isaac Nóbrega/PR)

Em novo ataque às urnas, Jair Bolsonaro (PL) sugeriu, nesta quinta-feira (4), que seja adotado um modelo de apuração de votos semelhante ao da Mega-Sena.

“Temos que nos preocupar” disse o presidente sobre as urnas durante reunião com pastores da Assembleia de Deus em São Paulo.

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Bolsonaro afirmou que nos próximos dias pretende levar pessoas à Caixa Econômica Federal para mostrar como é a apuração do prêmio, que, na sua opinião, é mais seguro. 

Bolsonaro voltou a atacar ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mas sem mencioná-los, e defendeu a participação das Forças Armadas no processo eleitoral. “Três do TSE acreditam piamente nas pesquisas do Datafolha. Estou fazendo minha parte no tocante a isso. Estou buscando impor, via Forças Armadas, que foram convidadas, a nós termos eleições transparentes”, disse.

As Forças Armadas enviaram na quarta-feira (3) ao TSE nove militares para iniciar a inspeção dos códigos-fonte dos sistemas da urna eletrônica. O trabalho deve durar dez dias. Apesar de os dados estarem disponíveis para análise desde outubro do ano passado, o ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, só solicitou o acesso só nesta semana e em caráter “urgentíssimo”.

O presidente voltou a criticar manifestos promovidos pela sociedade civil e empresários em defesa da justiça eleitoral e da democracia. O chefe do Executivo se referiu novamente ao documento como “cartinha da democracia”. No último dia 2, Bolsonaro declarou que não precisa assinar carta para comprovar ser democrata.

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Durante reunião com pastores, Bolsonaro reforçou o discurso conservador, com foco na pauta de costumes. “Ideologia de gênero é uma coisa que a gente não pode aceitar”, enfatizou Bolsonaro aos convidados presentes. Ao longo do encontro, pastores foram ao palco discursar em defesa da reeleição do presidente. Lideranças afirmaram a necessidade de escolher um nome que “fale a nossa língua”, não só para o Executivo, mas também para o Congresso. 

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