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Regras de transição
Essas medidas, por mais que pareçam simples, são muito duras para quem sonhou a vida inteira com a aposentadoria. Tem gente que faz até conta nos dedos os dias que faltam. A reforma cai como uma ducha de água fria para esta turma.
As regras de transição, tanto para o Regime dos trabalhadores da iniciativa privada, como para Servidores Públicos, envolve os três aspectos da redução de benefícios, o fim da aposentadoria por tempo de contribuição, o aumento da idade mínima para acessar o benefício e mudança da fórmula para calcular o valor do benefício.  

Cenários
Essas medidas são controvertidas por que muita gente defende que a previdência não é deficitária e que não precisa de reformas, mas o fato é que a médio e a longo prazos quase ninguém discute a necessidade da reforma, aliás tem cada vez menos gente entrando no mercado de trabalho e mais pessoas terão benefícios concedidos.
Não importa se hoje a previdência é deficitária ou não. Não precisamos discutir isso, só não podemos ficar sem proteção (a social).
Fiz algumas simulações e homens com idade de 54 anos de idade e 30 anos de contribuição, por exemplo, terão que trabalhar mais 10 ou 11 anos para se aposentar. Mulheres com 48 de idade e 25 de contribuição, precisarão de mais 12 ou 13 anos para conseguir o benefício.  

Realidade dos fatos
O fato é que a regra de transição não existe por que os benefícios serão conseguidos conforme a regra definitiva. A regra de transição é uma lenda, um engodo.
Ela de fato só vai valer mesmo para quem está há dois anos de conseguir aposentadoria: homens com mais de 33 anos de contribuição e mulheres com mais de 28.


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